Imagem de câmera de segurança mostra o rapaz fazendo o prefeito refém em frente ao quartel, onde um policial atrás de uma viatura negocia a sua rendição -  (crédito: Divulgação/PMMG)

Imagem de câmera de segurança mostra o rapaz fazendo o prefeito refém em frente ao quartel, onde um policial atrás de uma viatura negocia a sua rendição

crédito: Divulgação/PMMG

O prefeito de Engenheiro Caldas, Samuel Dutra Júnior, o Juninho Dutra (PL), de 50 anos, foi feito refém por um homem de 29 anos que apontava uma arma falsa para sua cabeça, na porta do quartel, na noite desse sábado (02/03), em Engenheiro Caldas, no Vale do Rio Doce.

 

De acordo com informações da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), por volta das 21h30, o suspeito, de 29 anos, usou uma arma simulada para render o prefeito e levá-lo até o quartel. O homem estaria sob efeito de álcool e drogas, segundo relato da mãe dele. 

"Iniciado a verbalização na tentativa de dissuadir o autor da ação criminosa, depois de certo momento os militares lograram êxito e o autor acabou informando que iria se render", informou a corporação.

O suspeito então deixou a arma falsa no chão, se afastou do prefeito refém e se deitou. Imediatamente oito policiais militares o contiveram e algemaram, acompanhados por dois guardas municipais e sob o aplauso de populares que estavam na rua.

"Imediatamente ele foi contido e algemado, sendo constatado que a suposta arma de fogo utilizada pelo autor na verdade se tratava de um simulacro de arma de fogo. O autor foi identificado como J. G. S., 29 anos. Há indícios de que estaria sob efeito de bebidas alcoólicas e substancias entorpecentes", informou a polícia.

Ainda segundo a PM, "a genitora do autor compareceu ao quartel e em dialogo disse que o filho tem feito uso de muitas drogas e que estaria tendo surtos dentro de casa, e que acredita que o filho praticou o delito sob surto após uso de drogas".

Após os esclarecimentos, a polícia ainda informou que o homem foi medicado no hospital da cidade e, com os ânimos serenado e calmo, se comprometeu a comparecer em juízo em data e hora marcada. Ele ainda assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) - registro de um fato tipificado como infração de menor potencial ofensivo - e foi liberado para que familiares o conduziram para a casa.