Pela terceira vez consecutiva, o comércio de Belo Horizonte fechou o ano em alta. De acordo com o Termômetro de Vendas elaborado pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), o comércio varejista da capital mineira registrou aumento de 1,36% em 2023. O índice, divulgado nesta quarta-feira (28/2), é o maior dos últimos três anos. Em 2022, o setor fechou com crescimento de 1,32%, e em 2021, o aumento foi de 1,34%.

 



 

Conforme o levantamento da CDL/BH, destacaram-se os segmentos de drogarias e cosméticos (5,63%) e supermercados (5,44%).

 

Confira os outros setores:

- Papelarias e Livrarias (3,59%)
- Material elétrico e de construção (3,25%)
- Informática (3,1%)
- Vestuário e Calçados (2,86%)
- Artigos Diversos que incluem brinquedos, óticas, caça, pesca, material esportivo, bicicletas e instrumentos musicais (2,5%)
- Eletrodomésticos e móveis (1,89%)
- Veículos e peças (1,22%)

 

Crescimento do varejo em dezembro de 2023

 

Na comparação anual (De23/Dez22) o termômetro de vendas indicou o crescimento de 1,43% do comércio varejista da cidade. O varejo seguiu um crescimento estável, com uma performance melhor do que o ano passado, de acordo com o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva, quando fechou dezembro, nesta mesma análise, em 1,16%.

 

Em 2023, os segmentos que se destacaram na comparação anual foram:


- Drogarias e Cosméticos (4,99%)
- Supermercados (5,04%)
- Informática (3,65%)
- Papelarias e Livrarias (2,98%)
- Vestuário e Calçados (2,6%)
- Material elétrico e de construção (1,89%)
- Artigos Diversos (1,23%)
- Eletrodomésticos e Móveis (0,5%).

 

O setor de veículos e peças apresentou queda de 0,78% na comparação de dezembro de 2023 com o mesmo mês do ano anterior.

 

Líderes de vendas em dezembro

 

Na análise mensal, o indicador comparou dezembro de 2023 com o mês de novembro do mesmo ano. A comparação marcou um crescimento de 1,57% nas vendas do varejo da capital mineira.

 

De acordo com Marcelo de Souza e Silva, o desempenho positivo é resultado de um cenário favorável aos padrões de consumo e às vendas de Natal e festividades de fim ano, além da queda da inflação e aumento da renda disponível.

 

Neste período, tiveram resultado positivo os seguintes segmentos:


- Drogarias e Cosméticos (12%)
- Informática (9,8%)
- Supermercados (7,57%)
- Vestuário e Calçados (4,03%)
- Papelarias e Livrarias (4%)
- Material elétrico e de construção (2%)
- Artigos Diversos (1,4%)
- Eletrodomésticos e Móveis (1%).

 

O segmento de Veículos e Peças apresentou queda de 1%.

 

* Estagiária sob supervisão do subeditor Thiago Prata

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