Estado de Minas - Em foco
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em foco
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em foco
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Entretenimento

Espigas de milho de 6.700 anos revelam que variedades próprias para pipoca já circulavam pelo litoral da América do Sul

Guilherme Araújo Por Guilherme Araújo
11/09/2026
Em Entretenimento
As pequenas espigas ajudam a reconstruir como diferentes tipos de milho se espalharam pelo continente

As pequenas espigas ajudam a reconstruir como diferentes tipos de milho se espalharam pelo continente

WhatsApp
Seguir no Google
EM Box IA
🎧 Ouvir o resumo 0:00 Seguir
Restos de milho encontrados nos sítios Paredones e Huaca Prieta, no litoral norte do Peru, têm entre 6.700 e 3.000 anos.↓ Ver no artigo
Espigas e grãos de milho duro apresentaram características morfológicas e microscópicas compatíveis com variedades capazes de estourar.↓ Ver no artigo
A aridez da costa peruana preservou espigas, palhas, talos e grãos, permitindo estudar a diversificação antiga do milho.↓ Ver no artigo

Ao enviar, você concorda com o tratamento dos dados. Antes de qualquer publicação, nomes, endereços e detalhes identificáveis são substituídos por fictícios.

Toque em uma pergunta para abrir o chat com a resposta.
  • Cerâmicas de 5.300 anos no Equador guardaram cacau e recuaram a história do chocolate em 1.500 anos há 1 hora
  • Família aluga casa por R$ 4 mil, chega para morar e encontra outra pessoa no imóvel; Justiça decide quem será ressarcido há 4 dias
  • Mulher manda lavar o tapete herdado da avó e recebe a peça menor, desbotada e com as bordas deformadas há 1 semana
Mais sobre Entretenimento →
Resumo gerado por IA a partir dos artigos deste site.
⚡ Feito com Myth Box
Logo EM Foco
EM FOCO
Resumo da matéria
01
Milho chegou cedo
Restos de milho encontrados na costa norte do Peru alcançam cerca de 6.700 anos e registram uma chegada antiga do cultivo à América do Sul.
Cronologia
02
Tipos para estourar
Características de espigas e grãos indicaram formas primitivas de milho duro, compatíveis com variedades usadas para produzir pipoca.
Variedade antiga
03
Não era alimento principal
Apesar da diversidade de milho encontrada, os vestígios aparecem de modo irregular e sugerem papel ainda limitado na dieta daquele período.
Uso inicial

Espigas e outros restos encontrados no litoral norte do Peru mostraram milho de até 6.700 anos, incluindo tipos duros associados à pipoca. A descoberta revelou que variedades diferentes já circulavam pela região muito cedo. Mesmo assim, o milho ainda aparecia de forma limitada diante de outros alimentos consumidos.

Como espigas tão antigas sobreviveram no litoral peruano?

O segredo está no ambiente extremamente seco da costa. Com pouca umidade, espigas, palhas e talos conseguem resistir muito mais tempo do que em regiões tropicais úmidas. Essa preservação permitiu comparar formas, tamanhos e estruturas de plantas cultivadas há milhares de anos.

O estudo indexado pelo NIH registra restos entre 6.700 e 3.000 anos nos sítios Paredones e Huaca Prieta. A equipe encontrou partes grandes das plantas e microvestígios, formando um conjunto raro para reconstruir a chegada e a diversificação do milho na América do Sul.

Características dos grãos indicam que variedades capazes de estourar já existiam milhares de anos atrás

O que mostra que havia variedades próprias para pipoca?

Algumas espigas pertenciam a raças primitivas de grão duro. Esse tipo de estrutura é importante porque dureza e formato do grão estão ligados à capacidade de estourar quando aquecido. Os pesquisadores também estudaram amido retirado diretamente de um grão antigo preservado.

A pipoca depende de milho com características específicas, não de qualquer espiga. Nos achados peruanos, os traços morfológicos e microscópicos coincidem com tipos de endosperma duro, permitindo reconhecer formas antigas relacionadas ao milho que estoura.

Como esse milho era usado há milhares de anos?

Os vestígios mostram mais de uma forma de milho, incluindo tipos duros e farináceos. Isso sugere experiências culinárias diferentes, mesmo sem panelas de cerâmica no período mais antigo. As comunidades podiam assar, torrar, moer ou preparar o grão por técnicas que deixam poucos sinais diretos.

O milho, porém, ainda não dominava a alimentação. Peixes, mariscos, plantas silvestres e outros cultivos continuavam importantes. A presença irregular dos restos indica consumo ocasional, útil para acompanhar uma fase em que o cultivo se espalhava e ganhava novas variedades longe de sua área inicial de domesticação.

A seguir listamos quatro sinais do achado que ajudam a entender a interpretação arqueológica:

  • Espigas: preservaram formato e número de fileiras, úteis para diferenciar raças antigas de milho.
  • Grãos: características duras e estruturas de amido combinaram com tipos capazes de estourar quando aquecidos.
  • Palhas e talos: ampliaram o conjunto botânico e ajudaram a datar diretamente partes das plantas.
  • Contexto seco: a aridez do litoral favoreceu uma preservação rara para materiais vegetais tão antigos.
O achado oferece pistas sobre cultivo, alimentação e circulação de plantas entre antigas comunidades

Leia também: Parente dos crocodilos de 240 milhões de anos achado no Brasil muda mapa da pré-história

LeiaTambém

Vestígios invisíveis preservados nos recipientes ajudaram a identificar um uso muito mais antigo do cacau

Cerâmicas de 5.300 anos no Equador guardaram cacau e recuaram a história do chocolate em 1.500 anos

11/09/2026
Os objetos ajudam a revelar como bebidas poderiam fazer parte de encontros e cerimônias coletivas

Tubos metálicos de 5.500 anos podem ter servido como canudos para compartilhar cerveja em um único recipiente

11/09/2026
O corte da peça mostra como o vestuário podia ser adaptado às necessidades de quem passava horas a cavalo

As calças mais antigas conhecidas têm cerca de 3.000 anos e foram tecidas sob medida para facilitar a montaria

11/09/2026
A estrutura mostra como comunidades antigas conseguiam modificar o fluxo da água usando apenas soluções construídas no terreno

Sistema com três fossos construído há cerca de 5 mil anos revela como uma antiga comunidade controlava a água sem máquinas

10/09/2026

Quais pistas diferenciaram os tipos antigos de milho?

Os pesquisadores observaram tamanho da espiga, número de fileiras, formato das cavidades dos grãos e estruturas microscópicas. Esses detalhes permitem reconhecer raças primitivas mesmo quando faltam sementes completas. A comparação com variedades tradicionais ajuda a reconstruir como o milho mudou ao longo do tempo.

As datas também foram medidas diretamente em partes preservadas das plantas. Isso trouxe controle cronológico melhor do que depender apenas do solo ao redor. Alguns materiais não carbonizados deram idades anômalas, então a equipe valorizou amostras queimadas e sequências estratigráficas que combinavam entre si.

A seguir listamos os principais dados materiais que organizam o que foi observado e interpretado:

Logo EM Foco
DADOS EM FOCO
O milho encontrado no Peru
Tabela com vestígios arqueológicos de milho e o que cada tipo de material revelou
Vestígio Informação preservada Leitura arqueológica
Espigas Forma e fileiras Raças antigas
Grão Amido e dureza Tipo pipoca
Palha e talo Partes da planta Datação e cultivo
Camadas Posição no sítio Sequência temporal

O achado muda a origem conhecida da pipoca?

Ele não mostra que o milho foi domesticado no Peru. A domesticação começou antes no México, mas os restos revelam dispersão muito rápida e diversificação na costa sul-americana. Em poucos milênios, populações locais já cultivavam formas diferentes adaptadas a seus usos e ambientes.

O valor do achado está em mostrar que milho tipo pipoca fazia parte dessa história antiga. Espigas, grãos e amidos de até 6.700 anos ligam um alimento hoje comum a experiências agrícolas muito antigas, quando comunidades costeiras ainda testavam maneiras variadas de cultivar e consumir o cereal.

Sua história pode virar reportagem

Conte por texto ou áudio — nomes e endereços viram fictícios antes de qualquer publicação.

Tags: arqueologiamilhoPerupipoca

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Estado de Minas

Política Economia Internacional Nacional Cultura Saúde e Bem Viver EM Digital Fale com EM Assine o Estado de Minas

Entretenimento

Entretenimento Famosos Séries e TV Cinema Música Trends Comportamento Gastronomia Tech Promoções

Estado de Minas

Correio Braziliense

Cidades DF Política Brasil Economia Mundo Diversão e Arte Ciência e Saúde Eu Estudante Concursos Concursos

Correio Web

No Ataque

América Atlético Cruzeiro Vôlei Futebol Nacional Futebol Internacional Esporte na Mídia Onde Assistir

Vrum

Classificados MG Classificados DF Notícias

Lugar Certo

Classificados MG Classificados DF

Jornal Aqui

Cidades Esporte Entretenimento Curiosidades

Revista Encontro

Notícias Cultura Gastrô

Tv Alterosa

Alterosa Alerta Jornal da Alterosa Alterosa Esporte

Sou BH

Tupi FM

Apresentadores Programação PodCasts Melhores da Bola Tupi

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.

Estado de Minas - Em foco · EM Box
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Gerais
  • Política
  • Economia
  • Nacional
  • Internacional
  • DiversEM
  • Saúde
  • Colunistas
  • Cultura
  • BBB
  • Educação
  • Publicidade Legal
  • Direito e Justiça Minas
  • Regiões de Minas
  • Opinião
  • Especiais
  • #PRAENTENDER
  • Emprego
  • Charges
  • Turismo
  • Ciência
  • Feminino e Masculino
  • Degusta
  • Tecnologia
  • Esportes
  • Pensar
  • Podcast
  • No Ataque
    • América
    • Atlético
    • Cruzeiro
  • Agropecuário
  • Entretenimento
  • Horóscopo
  • Divirta-se
  • Apostas
  • Capa do Dia
  • Loterias
  • Casa e Decoração
  • Mundo Corporativo
  • Portal Uai
  • TV Alterosa
  • Parceiros
  • Blogs
  • Aqui
  • Vrum
  • Sou BH
  • Assine
  • Anuncie
  • Newsletter
  • Classificados
  • Clube do Assinante
  • EM Digital
  • Espaço do Leitor
  • Fale com o EM
  • Perguntas Frequentes
  • Publicidade Legal Aqui
  • Conteúdo Patrocinado
  • Política de privacidade

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.