O rigor da lei de trânsito em abril de 2026 atingiu níveis históricos para quem dirige na Argentina. Motoristas que excederem limites de velocidade extrema enfrentam multas que podem chegar a R$ 21.000 e suspensão imediata.
Por que a multa por velocidade ficou tão cara na Argentina?
A Cidade Autônoma de Buenos Aires utiliza a Unidad Fija (UF), base das multas de trânsito, cujo valor é atualizado periodicamente. Em abril, o excesso de velocidade acima de 140 km/h é punido com uma faixa de 400 a 4.000 UF, conforme a gravidade da infração.
Com a inflação local, o valor convertido assusta os turistas brasileiros, podendo ultrapassar os R$ 20.000 em casos específicos de reincidência. O objetivo da lei de trânsito argentina é coibir comportamentos perigosos que colocam em risco a vida de pedestres e ciclistas.

Como a lei de trânsito brasileira pune o excesso de velocidade?
No Brasil, o rigor do Código de Trânsito Brasileiro foca no sistema de pontos e na suspensão da CNH. Diferente do país vizinho, os valores financeiros são atualizados pelo IPCA e mantêm-se mais estáveis para o bolso do condutor.
Trafegar com velocidade 50% acima do limite permitido é uma infração gravíssima. Além da multa de R$ 293,47 em 2026, o motorista acumula 7 pontos e enfrenta um processo administrativo que pode retirar seu direito de dirigir por meses.
Qual a diferença de valores entre Argentina e Brasil?
A disparidade ocorre porque a lei de trânsito argentina utiliza índices inflacionários para ajustar as penalidades mensalmente. Enquanto isso, o sistema brasileiro prioriza a educação e a reabilitação do condutor através de cursos de reciclagem obrigatórios.
Na Bahia, a fiscalização por radares fixos e portáteis segue os valores federais sem variações regionais drásticas. Confira abaixo uma comparação direta dos custos médios para infrações graves em 2026:

O que acontece se eu for multado fora do país?
Motoristas brasileiros dirigindo em países do Mercosul devem estar atentos, pois as multas são vinculadas ao passaporte ou documento de identidade. O não pagamento desses valores astronômicos pode impedir a saída do veículo do país ou futuras entradas na região.
Além do prejuízo financeiro imediato, a Segurança Rodoviária internacional compartilha dados de infrações graves. Cometer crimes de trânsito no exterior prejudica sua reputação como condutor e pode gerar sanções jurídicas pesadas caso ocorra algum acidente com vítimas ou danos materiais.
Quais são as principais multas em vigor?
Para entender melhor as diferenças de custo entre os dois países neste mês de abril, preparamos uma lista comparativa das infrações mais comuns:
- Velocidade extrema: Na Argentina pode chegar a cerca de R$ 20.000 em casos graves (faixa de 400 a 4.000 UF); no Brasil, varia de R$ 293,47 a R$ 880,41.
- Avançar sinal vermelho: Na Argentina pode variar aproximadamente entre R$ 1.500 e R$ 8.000, dependendo da quantidade de UF aplicada; no Brasil, R$ 293,47.
- Estacionamento irregular: Na Argentina costuma variar entre cerca de R$ 200 e R$ 1.500, conforme a infração e UF; no Brasil, entre R$ 195,23 e R$ 293,47.
- Bloqueio de via: Na Argentina varia conforme a gravidade e pode alcançar valores na casa de milhares de reais em conversão; no Brasil, geralmente fica entre R$ 195,23 e R$ 293,47, podendo aumentar em situações agravadas previstas no CTB.
Como recorrer de multas aplicadas em abril?
Se você recebeu uma notificação indevida no Brasil, o prazo para defesa prévia é de 30 dias. Órgãos como o Detran-BA permitem que o recurso seja feito online, facilitando a vida do cidadão que reside longe da capital.
Para recorrer, é essencial apresentar provas técnicas, como fotos da sinalização ou comprovantes de aferição do radar. No caso de multas argentinas, o processo é mais complexo e exige auxílio jurídico local para contestar os valores baseados na Unidad Fija vigente em abril.




