O Governo Federal mantém o Voa Brasil, programa que oferece passagens aéreas de até R$ 200 por trecho. Mas a idade, sozinha, não libera a compra. Em 2026, o acesso continua voltado aos aposentados do INSS que não viajaram de avião nos 12 meses anteriores e encontram assentos disponíveis na plataforma oficial.
Quem pode usar o Voa Brasil?
O programa atende aposentados do Regime Geral de Previdência Social, pago pelo INSS. A validação ocorre durante o acesso ao serviço oficial de compra do Voa Brasil.
Ter 60 anos ou mais não basta. Uma pessoa idosa que recebe apenas pensão, BPC ou outra renda, mas não é aposentada pelo INSS, não entra nesta fase por causa da idade. A renda mensal do aposentado também não cria um limite para participar.
Quais regras precisam ser cumpridas?
As perguntas e respostas do Ministério de Portos e Aeroportos e o regulamento do programa resumem os critérios usados pelo sistema:
Como comprar a passagem pelo programa?
A compra começa no portal do Voa Brasil e termina no site da companhia aérea. O processo é todo online, mas outra pessoa pode ajudar o aposentado e até fazer o pagamento.
O bilhete, porém, deve ficar no nome do beneficiário, porque o direito é pessoal e não pode ser transferido:
- Entre no portal: acesse a plataforma oficial e faça login com a conta Gov.br.
- Busque o voo: informe origem, destino e datas desejadas.
- Escolha o trecho: selecione uma opção disponível e revise os dados.
- Faça a reserva: preencha os dados pessoais exigidos pelo sistema.
- Conclua o pagamento: finalize a compra no site da empresa aérea em até 1 hora.

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O preço de R$ 200 inclui todas as despesas?
Não. O regulamento oficial do Voa Brasil limita o bilhete a R$ 200 por trecho, mas separa a tarifa de embarque e os serviços extras:
Por que nem todo aposentado encontra uma passagem?
A oferta depende dos assentos vagos liberados pelas companhias aéreas. A participação das empresas é voluntária, e o Governo Federal não escolhe as rotas, as datas nem a quantidade de lugares mostrados no sistema.
Datas próximas e períodos de menor procura podem aumentar as opções. Quando não há voo para a cidade desejada, o aposentado pode buscar outro aeroporto da região ou fazer pesquisas separadas para ida e volta.
O direito abre a busca, mas a disponibilidade decide a viagem.




