Uma identidade antiga ainda pode abrir a catraca, mas precisa mostrar com clareza quem está viajando. Em 2026, a nova Carteira de Identidade não tornou a troca imediata obrigatória. O RG antigo segue válido, porém um documento que não permita confirmar a pessoa pode impedir o embarque.
O que mudou com a Carteira de Identidade Nacional?
A Carteira de Identidade Nacional, chamada de CIN, passou a usar o CPF como número único em todo o país. O modelo antigo podia ter uma numeração diferente em cada estado.
A CIN também possui versão física e digital, além de um QR Code, código quadrado usado para verificar a autenticidade. As perguntas e respostas oficiais sobre a nova identidade explicam que a versão digital fica disponível depois da emissão física. O verbete sobre a Carteira de Identidade Nacional reúne o histórico da mudança.

Até quando o RG antigo pode ser usado?
Os modelos antigos continuam válidos até 28 de fevereiro de 2032. Portanto, em 2026, o passageiro não precisa trocar o RG apenas para fazer uma viagem nacional.
A orientação oficial sobre a validade do RG antigo confirma a troca gradual. Os prazos ficam assim:

Quais documentos são aceitos no embarque?
Em voos nacionais, o adulto deve apresentar documento civil com foto e validade em todo o Brasil. A regra de identificação para o transporte aéreo aceita o original ou a cópia autenticada, desde que seja possível reconhecer o passageiro.
Nas viagens rodoviárias interestaduais, há outras opções previstas nas regras de documentos para embarque em ônibus. Entre os documentos aceitos estão:
- RG ou CIN: servem para voos nacionais e ônibus interestaduais.
- CNH com foto: pode identificar o passageiro adulto.
- Passaporte brasileiro: também é aceito em viagens nacionais.
- Carteira profissional: pode ser usada no ônibus quando possui foto e fé pública.
- Boletim de ocorrência: pode substituir o documento em voo nacional nos casos de furto, roubo ou perda.
Quando o passageiro pode ser impedido de embarcar?
O risco não surge apenas porque a pessoa ainda usa o RG antigo. O ponto principal é conseguir confirmar a identidade e apresentar um documento aceito para aquele tipo de viagem.
A versão digital da CIN pode ficar na carteira oficial de documentos digitais. Mesmo assim, viagens internacionais seguem regras próprias. As situações mais comuns são:

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É preciso trocar o RG agora para viajar?
Não existe obrigação geral de substituir o RG imediatamente em 2026. A troca é prudente quando a foto está muito antiga, o papel está rasgado, os dados mudaram ou a leitura ficou difícil.
A primeira via da CIN em papel e as renovações são gratuitas. A segunda via e o cartão de plástico podem ter cobrança definida pelo estado. Na viagem, o prazo ajuda, mas é a identificação clara que abre o portão.




