Estado de Minas - Em foco
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em foco
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em foco
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Notícias

Cientistas analisaram uma estrutura de 0,41 milímetro e descobriram como era a vida em oceanos de 452 milhões de anos atrás

Gabriel Martins Por Gabriel Martins
11/07/2026
Em Notícias
Cientistas analisaram uma estrutura de 0,41 milímetro e descobriram como era a vida em oceanos de 452 milhões de anos atrás

Fóssil extremamente raro preserva partes moles de animal de milhões de anos - Créditos: Universidade de Oklahoma

WhatsApp
Seguir no Google
Chat Box IA

Ao enviar, você concorda com o tratamento dos dados. Antes de qualquer publicação, nomes, endereços e detalhes identificáveis são substituídos por fictícios.

Toque em uma pergunta para abrir o chat com a resposta.
  • Gramado de estádio se divide em 3 peças de mais de 3 mil toneladas cada e desaparece sob a arquibancada em cerca de 25 minutos há 2 semanas
  • Ponte de 36 km atravessa uma baía inteira e encurtou em 120 km a viagem terrestre entre duas das maiores regiões industriais da China há 2 semanas
  • Em vez de confiar na memória, Marina, professora de 34 anos, passou a fotografar o apartamento pelo celular antes da mudança, registrou 3 avarias na entrega das chaves e, 2 anos depois, usou as fotos para barrar a cobrança na vistoria, segundo a Lei do Inquilinato e o Código Civil há 4 semanas
  • Mercúrio retrógrado acabou, mas a fase de sombra segue até 6 de agosto e ainda mexe com 4 signos há 4 semanas
Mais sobre Notícias →
Resumo gerado por IA a partir dos artigos deste site.

Um detalhe menor que meio milímetro acaba de abrir uma janela rara para os oceanos de 452 milhões de anos atrás. Um fóssil de Dendrocrinus simcoensis, encontrado no Canadá e analisado por paleontólogos da Universidade de Oklahoma, preservou tecido mole em um crinoide, algo quase impossível em animais tão antigos.

Fóssil de 452 milhões de anos surpreende cientistas

O exemplar pertence a um crinoide, animal marinho parente das estrelas-do-mar e dos ouriços-do-mar. Esses organismos são conhecidos no registro fóssil por suas partes rígidas, mas quase sempre perdem tecidos delicados logo após a morte, antes que a fossilização consiga registrá-los.

O estudo, publicado na revista Royal Society Open Science, identificou estruturas moles preservadas em um animal que viveu no período Ordoviciano, muito antes dos dinossauros. Segundo a paleontóloga Lena Cole, esse tipo de preservação exige soterramento rápido, pouca ação bacteriana e química favorável.

Cientistas analisaram uma estrutura de 0,41 milímetro e descobriram como era a vida em oceanos de 452 milhões de anos atrás
Organismo marinho do período Ordoviciano surpreendeu pesquisadores pela excelente preservação – Créditos: Universidade de Oklahoma

O que torna essa descoberta tão rara?

A raridade está no fato de que tecidos moles geralmente se decompõem rapidamente, enquanto ossos, conchas e placas minerais resistem por muito mais tempo. Em crinoides, havia apenas um caso anterior conhecido de preservação semelhante, e este é o mais antigo já registrado.

O fóssil chama atenção porque reúne idade extrema, detalhe anatômico e valor ecológico em um único espécime. Entre os pontos que tornam o achado excepcional estão:

  • Preservação de pés ambulacrários, estruturas delicadas usadas na alimentação.
  • Idade aproximada de 452 milhões de anos.
  • Registro mais antigo de tecido mole em crinoides.
  • Mineralização por pirita, conhecida como ouro de tolo.

Como os pés ambulacrários revelam a alimentação?

Nos crinoides, os pés ambulacrários não serviam para caminhar como ocorre em outros equinodermos. Eles ajudavam a capturar partículas suspensas na água e levá-las até a boca, funcionando como pistas diretas sobre a forma como o animal filtrava alimento nos mares antigos.

A análise mostrou pés com cerca de 0,41 milímetro de comprimento e espaçamento de quatro por milímetro, combinação que não corresponde a nenhum crinoide vivo conhecido. Para o paleontólogo David Wright, essas estruturas são como dentes em mamíferos, pois indicam dieta, ambiente e estratégia de vida.

LeiaTambém

Fósseis de 'Kraken' mostram que polvos enormes e inteligentes eram os principais predadores dos mares do Cretáceo

Fósseis de ‘Kraken’ mostram que polvos enormes e inteligentes eram os principais predadores dos mares do Cretáceo

20/07/2026
Garça-do-inferno achada no Saara revela predador curioso da pré-história

Cientistas encontram no Saara a “garça-do-inferno”, predador estranho de 95 milhões de anos

06/07/2026
Fóssil com filhotes revela cuidado familiar raro na época dos dinossauros

Fóssil com filhotes de 125 milhões de anos revela cuidado raro na época dos dinossauros

06/07/2026
Parente antigo dos crocodilos achado no Brasil muda visão sobre a pré-história

Parente dos crocodilos de 240 milhões de anos achado no Brasil muda mapa da pré-história

06/07/2026
Cientistas analisaram uma estrutura de 0,41 milímetro e descobriram como era a vida em oceanos de 452 milhões de anos atrás
Estruturas milimétricas revelam as estratégias alimentares dos antigos animais marinhos – Créditos: Universidade de Oklahoma

Por que a pirita ajudou a preservar o tecido?

A preservação ocorreu graças à mineralização por pirita, mineral brilhante conhecido popularmente como ouro de tolo. Em condições químicas específicas, ele pode formar películas sobre tecidos frágeis antes que desapareçam, criando uma espécie de molde mineral de estruturas que normalmente seriam perdidas.

O fóssil veio da pedreira de Saint-Joachim, em Neuville, Quebec, mas seu valor foi reconhecido em uma coleção do Museu de Paleontologia e Evolução de Montreal. Isso mostra como museus funcionam como arquivos vivos, onde descobertas importantes podem estar guardadas por anos.

O que esse fóssil muda sobre os mares antigos?

A combinação única dos pés ambulacrários sugere que o Dendrocrinus simcoensis talvez se alimentasse com os braços em posição multidirecional ou cônica, diferente de muitos crinoides modernos. Isso amplia a visão sobre a diversidade ecológica dos mares do Paleozoico.

Mais do que uma peça antiga, o fóssil é um alerta para olhar com urgência para as coleções científicas e para os detalhes pequenos demais para parecerem importantes. Às vezes, a chave para entender a história da vida está escondida em uma película mineral quase invisível.

Sua história pode virar reportagem

Conte por texto ou áudio — nomes e endereços viram fictícios antes de qualquer publicação.

Tags: crinoidesfóssilpaleontologia

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Estado de Minas

Política Economia Internacional Nacional Cultura Saúde e Bem Viver EM Digital Fale com EM Assine o Estado de Minas

Entretenimento

Entretenimento Famosos Séries e TV Cinema Música Trends Comportamento Gastronomia Tech Promoções

Estado de Minas

Correio Braziliense

Cidades DF Política Brasil Economia Mundo Diversão e Arte Ciência e Saúde Eu Estudante Concursos Concursos

Correio Web

No Ataque

América Atlético Cruzeiro Vôlei Futebol Nacional Futebol Internacional Esporte na Mídia Onde Assistir

Vrum

Classificados MG Classificados DF Notícias

Lugar Certo

Classificados MG Classificados DF

Jornal Aqui

Cidades Esporte Entretenimento Curiosidades

Revista Encontro

Notícias Cultura Gastrô

Tv Alterosa

Alterosa Alerta Jornal da Alterosa Alterosa Esporte

Sou BH

Tupi FM

Apresentadores Programação PodCasts Melhores da Bola Tupi

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.

Estado de Minas - Em foco · Chat Box
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Gerais
  • Política
  • Economia
  • Nacional
  • Internacional
  • DiversEM
  • Saúde
  • Colunistas
  • Cultura
  • BBB
  • Educação
  • Publicidade Legal
  • Direito e Justiça Minas
  • Regiões de Minas
  • Opinião
  • Especiais
  • #PRAENTENDER
  • Emprego
  • Charges
  • Turismo
  • Ciência
  • Feminino e Masculino
  • Degusta
  • Tecnologia
  • Esportes
  • Pensar
  • Podcast
  • No Ataque
    • América
    • Atlético
    • Cruzeiro
  • Agropecuário
  • Entretenimento
  • Horóscopo
  • Divirta-se
  • Apostas
  • Capa do Dia
  • Loterias
  • Casa e Decoração
  • Mundo Corporativo
  • Portal Uai
  • TV Alterosa
  • Parceiros
  • Blogs
  • Aqui
  • Vrum
  • Sou BH
  • Assine
  • Anuncie
  • Newsletter
  • Classificados
  • Clube do Assinante
  • EM Digital
  • Espaço do Leitor
  • Fale com o EM
  • Perguntas Frequentes
  • Publicidade Legal Aqui
  • Conteúdo Patrocinado
  • Política de privacidade

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.