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Supermercados como Assaí, Carrefour e Atacadão passam a seguir novas regras neste ano

Núbia Rangel Por Núbia Rangel
01/05/2026
Em Notícias
Supermercados como Assaí, Carrefour e Atacadão passam a seguir novas regras neste ano

Fiscalização de preços fica mais rígida nos mercados.

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Resumo gerado por IA a partir dos artigos deste site.

Quem frequenta o Assaí, o Atacadão ou o Carrefour para fazer as compras do mês vai notar uma diferença prática em 2026: as regras que já existem há anos sobre exibição de preços passam a ser fiscalizadas com muito mais rigor. O resultado direto disso aparece nas prateleiras, nas etiquetas e na hora de pagar.

Regras antigas, aplicação renovada

A Lei nº 10.962/2004 e o Decreto nº 5.903/2006 já estabeleciam obrigações claras sobre como os preços devem ser informados ao consumidor. O que muda agora é a aplicação: diante do aumento de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor, a fiscalização deixa de depender apenas de iniciativas estaduais e passa a ser mais uniforme em todo o país.

Para as grandes redes de atacarejo e hipermercados, isso significa que falhas que antes passavam despercebidas, ou eram resolvidas só depois de muita reclamação, agora têm consequências mais rápidas. A reincidência pode gerar multas automáticas e até restrições a campanhas promocionais.

Supermercados como Assaí, Carrefour e Atacadão passam a seguir novas regras neste ano
Diferença entre gôndola e caixa ganha nova atenção.

Afinal, o que muda no seu carrinho?

A exigência mais direta é sobre divergência de preços: quando o valor exibido na gôndola for diferente do cobrado no caixa, prevalece o preço da oferta informada ao cliente, que é o critério legal estabelecido pelo Código de Defesa do Consumidor. Com a fiscalização mais rigorosa, as redes têm muito mais incentivo para manter os sistemas atualizados e evitar esse tipo de erro.

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Homem no caixa de supermercado observa três produtos de limpeza diante de uma tela com preços e total da compra, enquanto uma fila de clientes aguarda atrás dele.

Sem foto da etiqueta que provasse o preço da gôndola, e com a fila crescendo no caixa, Paulo, técnico de manutenção de 45 anos, pagou a diferença por 3 itens, e só no estacionamento entendeu, entre o Código de Defesa do Consumidor e o Consumidor.gov.br, qual dos 2 preços prevalece

04/08/2026
Mulher sentada à mesa observa no celular a confirmação de um Pix enquanto um tablet exibe mensagens sobre o pagamento, ao lado de uma caixa aberta e de um pacote embrulhado.

Aos 37 anos, Patrícia, autônoma, aceitou sair do aplicativo depois de 2 trocas de mensagem sobre uma falha no pagamento, pagou o Pix combinado, esperou 7 dias sem receber a cafeteira prometida e só então entendeu o que cabia ao Código de Defesa do Consumidor e ao Consumidor.gov.br.

04/08/2026
Mulher sentada no chão da sala compara boletos e recibos enquanto segura um celular, ao lado de um sofá azul, caixas de mudança, calculadora e documentos guardados em uma gaveta aberta.

Aos 31 anos, Aline, analista, parcelou um sofá em 10 vezes no carnê da loja, guardou os boletos numa gaveta por 4 meses sem revisar o total, e só ao comparar com a etiqueta entendeu, entre o CDC e o Consumidor.gov.br, que aquele carnê era um contrato de crédito

02/08/2026
Mulher ao lado de um carro com retrovisor quebrado em estacionamento coberto segura um celular e um papel enquanto uma atendente aponta para um aviso na parede.

A gerente de 37 anos, Fabiana, deixou o carro no estacionamento do shopping por 3 horas, achou o retrovisor quebrado, reuniu 3 fotos no guichê, e só depois, no Consumidor.gov.br, soube o que o Código de Defesa do Consumidor garante diante do aviso na parede

01/08/2026

Outras obrigações já previstas em lei ganham peso na prática. Veja os principais pontos que passam a ser exigidos com mais consistência:

  • Preço por medida obrigatório: quilo, litro, metro ou unidade devem aparecer em todas as etiquetas, inclusive em produtos de marca própria.
  • Limites por CPF visíveis: quando uma promoção tiver restrição de quantidade por comprador, essa informação precisa estar ao lado do preço, em fonte legível.
  • Faixas de preço no atacarejo: redes como o Assaí precisam indicar claramente a quantidade mínima para o valor reduzido de atacado.
  • Destaque para produtos próximos ao vencimento: avisos específicos devem ser exibidos para que o consumidor decida com mais consciência.

🔑 Pontos-chave

Fiscalização nacional unificada reduz diferenças de aplicação entre estados e fecha brechas que antes favoreciam as redes.
Atacadão investe em tecnologia para integrar gôndola, sistemas internos e registro final da compra, reduzindo erros de cobrança.
Conflitos resolvidos na loja: com protocolos mais claros, a tendência é que menos situações precisem chegar ao Procon ou à Justiça.

O detalhe que faz diferença no orçamento da família

Para quem depende do atacarejo para fechar o orçamento mensal, a exigência do preço por quilo ou litro é uma das mudanças mais concretas no dia a dia. Com ela, fica mais fácil comparar uma embalagem de 1 kg com uma de 500 g sem precisar fazer conta de cabeça na frente da prateleira, o que ajuda especialmente quando os preços variam semana a semana.

Guardar o cupom fiscal e fotografar promoções relevantes também passa a ser um hábito útil. Com a fiscalização mais rigorosa, as redes são pressionadas a resolver divergências dentro da própria loja, o que significa que uma reclamação bem documentada tem muito mais peso para ser atendida na hora.

Supermercados como Assaí, Carrefour e Atacadão passam a seguir novas regras neste ano
Etiquetas passam a exigir mais clareza nas informações.

Como usar tudo isso a seu favor já na próxima ida ao mercado

Você não precisa esperar o fim do mês para sentir o efeito dessas mudanças. Conferir a etiqueta antes de colocar o produto no carrinho, checar o cupom ainda dentro da loja e exigir a correção imediata em caso de divergência são atitudes que já valem agora. Se o problema não for resolvido no momento, o Procon continua sendo o canal mais eficiente para registrar a reclamação enquanto os detalhes estão frescos.

As regras sempre existiram, mas agora têm dentes de verdade. Conhecê-las é a melhor forma de fazer com que funcionem a seu favor nas compras do mês.

Se essa informação pode ajudar alguém que você conhece a economizar ou a evitar cobranças erradas, vale compartilhar. Uma boa dica de consumo pode fazer diferença no orçamento de muita gente.

Tags: Código de Defesa do Consumidorfiscalização de preçospreço na gôndolapreço no caixa

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