O podcast Divirta-se tem como objetivo levar a você nomes que tenham relevância nas artes no Brasil. Logo, prestigiar novos nomes da música, cinema e literatura faz parte do show. Ficamos de olho tal qual um olheiro de futebol que é treinado pra ver jovens craques que podem despontar. A convidada do podcast Divirta-se desta semana, a cantora Marina Liori, é um desses casos.

“Jamais pensei que viraria cantora”, diz Marina, que nasceu com um problema na boca, e passou por um período de recuperação no primeiro ano de vida.

Nascida em Patos de Minas, Marina teve pais musicais e, ainda na primeira infância, brincava de tocar piano, aprendendo o instrumento como autodidata. Depois vieram as aulas de música e foi se aproximando de suas principais referências, o que era ouvido em sua casa, o rock clássico e a MPB.

E a música foi entrando em sua vida. Ela, então, se aproximou de um primo que tocava em bares e começou cantar um pouco. Com a mudança para Belo Horizonte, ela começou a entender o som que queria fazer. Nessa época, Marina foi apresentada ao produtor musical Felipe Fleury, e em uma consultoria com ele a fez entender o estilo de música que queria compor. “As minhas influências vem de Caetano, Gil, Djavan, a nata brasileira digamos assim, mas também do jazz e da Bossa Nova, que bebe muito do jazz”.

Marina Liori compõe todas as músicas que canta, e se mostra eficiente. “Assim que eu descobri o que eu queria compor, comecei a compor muito rápido. Na primeira semana saíram umas 20 músicas… Uma coisa meio transcendental, o anjo baixou e eu saí compondo”, detalha. E dessas composições, Marina teve o trabalho difícil de escolher as quatro músicas que compõe o EP ‘Vontade Pura', que está indo para as plataformas digitais.

Marina Liori tem uma voz potente, e um leque de músicas compostas que carregam uma riqueza da experimentação de estilos e ritmos.

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