Vale amplia mineração circular em parceria com a UFMG
Programa selecionará seis projetos de pesquisa voltados ao reaproveitamento de rejeitos e ao desenvolvimento de novas tecnologias para o setor mineral
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A Vale produziu 26,3 milhões de toneladas de minério de ferro provenientes de fontes circulares em 2025, volume 107% superior ao registrado em 2024. Desse total, cerca de 80% teve origem em Minas Gerais, consolidando o protagonismo do estado no desenvolvimento de soluções para o reaproveitamento de materiais da atividade mineral. Os resultados integram a estratégia da companhia de ampliar a eficiência produtiva, reduzir impactos ambientais e gerar valor a partir de rejeitos (foto) e estéreis.
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Nesse contexto, a Vale e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) abriram inscrições para a segunda edição do Programa Gênese Colab Mineração Circular, iniciativa destinada a transformar pesquisas científicas em tecnologias e novos negócios para o setor. O programa selecionará seis projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) vinculados a instituições científicas e tecnológicas mineiras, com foco na cadeia produtiva do minério de ferro.
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Entre os desafios contemplados estão o reprocessamento de rejeitos, o desenvolvimento de coprodutos, o aproveitamento de estéreis e a circularidade de resíduos industriais, incluindo soluções de logística e rastreabilidade. Os projetos selecionados terão acesso a apoio financeiro, capacitações, workshops, mentorias com especialistas da Vale e da UFMG e acompanhamento técnico para acelerar o desenvolvimento das tecnologias.
A iniciativa integra o Waste to Value, programa de mineração circular da Vale que reúne mais de 100 iniciativas voltadas ao reaproveitamento de rejeitos e estéreis na produção mineral e no desenvolvimento de coprodutos. A estratégia busca reduzir a geração de resíduos, otimizar o aproveitamento das reservas minerais e ampliar a aplicação de soluções inovadoras na indústria.
As inscrições para o Programa Gênese Colab Mineração Circular 2026–2027 permanecem abertas até 8 de novembro, pelo endereço www.colabmineracaocircular.org.br/genese. A parceria entre a Vale e a UFMG aproxima universidades, pesquisadores e setor produtivo, reforçando o papel da ciência e da inovação na construção de uma mineração mais eficiente, segura e sustentável.
Pains e região se destacam na produção mineral de Minas Gerais
A região de Pains e Arcos, no Centro-Oeste de Minas Gerais, destaca-se nacionalmente pela produção de cal e calcário, atividades que movimentam a economia regional, geram empregos e abastecem importantes cadeias produtivas. Com reservas minerais de elevada qualidade, a região consolidou-se como referência no fornecimento de matérias-primas para a agricultura, siderurgia, construção civil e indústria cimenteira.
Autoridades públicas locais defendem o fortalecimento da parceria entre o poder público e a iniciativa privada como instrumento para impulsionar o desenvolvimento regional. O diálogo com a Associação dos Mineradores de Pains, Arcos e Região (Ampar) é apontado como fundamental para conciliar os interesses do setor mineral com as demandas da população, promovendo a mineração sustentável, a geração de empregos e o crescimento econômico. (Com informações da Assessoria de Comunicação da Ampar).
AngloGold Ashanti levou cinema e inovação ao Imersão Indústria
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US$ 500 milhões
As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.