Quinze anos depois de sua última realização no estado, Minas Gerais recebe, em dezembro, torneio oficial do ATP Challenger Tour, na categoria Challenger 50.

O anúncio foi feito pelo Minas Tênis Clube, após assinatura de contratos com a com a presença do presidente do MTC, Carlos Henrique Martins Teixeira, e do diretor-geral do Ecossistema Vida, Claudius Tenório, além de representantes das instituições envolvidas na organização do torneio.

Com apoio da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), da Federação Mineira de Tênis e Beach Tennis (FMT) e da Prefeitura de Nova Lima, o torneio será realizado entre os dias 12 e 20 de dezembro. A expectativa é de reunir público de 12 mil pessoas.

 

PREMIAÇÃO


A premiação do Nova Lima Tennis Open será de US$ 63 mil e pontuação válida para o ranking mundial. Entre 1992 e 2011, Belo Horizonte sediou torneio internacional que recebeu nomes importantes do tênis, como André Sá, Bruno Soares, Marcelo Melo e Gustavo Kuerten, o Guga.


PARTIDAS


A estrutura do Minas Náutico será preparada para o torneio, com quadras oficiais, arquibancadas, áreas exclusivas para atletas, espaços de hospitalidade e serviços, além de uma operação dedicada ao atendimento do público e à realização das partidas.

O torneio reunirá 90 atletas e terá mais de 60 partidas e os jogos contarão com live scoring e transmissão por streaming para diferentes partes do mundo, por meio das plataformas oficiais da ATP.


AUDIOVISUAL


A exposição imersiva “Polifonia da presença”, do diretor, roteirista e produtor Leonardo Barcelos, segue até 23 de outubro nas galerias do Centro Cultural UFMG.

A mostra propõe uma nova maneira de experimentar o cinema documental, transformando imagens, sons, gestos e atmosferas cinematográficas em um convite para que o público não apenas assista aos trabalhos, mas acesse as obras. O trabalho nasce de uma pesquisa audiovisual desenvolvida por Leonardo Barcelos, ao longo de mais de 10 anos, sobre o corpo no mundo contemporâneo, que deu origem à “Trilogia do corpo”.

 

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A exposição é organizada como um percurso contínuo por quatro núcleos interligados – “A origem”, “A matéria”, “O outro” e “A voz” –, que conduzem o visitante por diferentes configurações espaciais e intensidades sensoriais.

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