Nem só de rua vive a animação do carnaval em Belo Horizonte. De sábado a terça-feira, os sócios do Minas Tênis Clube se dividiram entre duas unidades – o Minas Country e o Minas I. Matinês com decoração temática, DJ e banda infantil também fizeram a alegria da garotada, que entrou no clima com fantasias criativas e divertidas.
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RESSACA DO CARNAVAL
Para os inimigos do fim, o Praia Buritis promove a Ressaca do Carnaval, neste sábado (21/2), a partir das 21h. Para animar a noite, o grupo Imaginasamba, referência no pagode romântico brasileiro. O grupo reúne Marcel Vale, Leandrinho, Gné, Marquinhos e Japona.
MAIS EMOÇÕES E TENSÕES
Com depoimentos de representantes de blocos de Belo Horizonte, revelando pontos altos da folia, a Coluna também se despede do carnaval de 2026. Ano que vem tem mais!
“O momento mais emocionante foi quando tocou “Na ZN tem”, música de trabalho do ano do Tchanzinho Zona Norte. Vimos a galera vibrando, cantando junto! Ficamos muito motivados com o envolvimento do público com nossa composição autoral para o carnaval 2026!
O momento mais tenso foi quando os metais iniciaram o desfile com um pout-pourri de todo o repertório do Tchanzinho de 2026, incluindo autorais do carnaval de BH e o novo ritmo desenvolvido pelo bloco, o NewZam! Estávamos ansiosos para dar tudo certo, e deu!”
Laila Heringer, fundadora do Tchanzinho da Zona Norte
“O momento mais tenso, sem dúvida, é o início do cortejo. Até que a largada é dada, a gente não relaxa. Quando tudo está andando, vamos nos soltando e começamos a aproveitar a festa. O cortejo do Abalô deste ano foi repleto de momentos emocionantes.
O ponto alto, pra mim, foi quando o coral começou a cantar e a bandeira LGBT+ desceu do prédio. Ver a reação do público aumenta ainda mais a emoção.”
Cadu Passos, diretor de comunicação do Abalô-Caxi
“Estar em um cortejo da Juve é sempre emocionante. Existem vários momentos que guardamos na memória. O discurso de abertura e nossas músicas autorais, para mim, são o destaque, pois é quando dialogamos diretamente com a cidade, quando expressamos o nosso pensar e os motivos pelos quais colocamos a Juve na rua todos os anos.
São reflexões feitas por meio da música e da magia do carnaval. Neste ano, não vivemos nenhum momento tenso durante o cortejo.”
Igor Bonani, produtor do Bloco Juventude Bronzeada
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