Entrando em 2026, especialistas em relacionamentos e pesquisas recentes revelam cinco tendências que moldarão a forma como os solteiros vão namorar, se conectar e se comprometer este ano. Será que é isso mesmo? As conclusões se baseiam nos aplicativos de encontros mais populares. Confira a seguir:
1. Clareza em vez de confusão. O ano que passou foi marcado por termos de namoro como “combinações estranhas”, “iluminação fantasma”, “à prova de futuro”, “vergonha de ter namorado”, refletindo o caos emocional do romance moderno. Com a chegada de 2026, os solteiros parecem ansiar pelo oposto. Pesquisa do Tinder mostra que os jovens de 23 a 30 anos que namoram estão deixando de lado os sinais contraditórios e as suposições emocionais, optando por clareza, honestidade e fluidez emocional. Eles buscam relacionamentos estáveis, saudáveis e exclusivos.
2. Novos “quebra-gelos”. A era dos aplicativos de namoro está perdendo seu encanto. As pessoas não se contentam mais em tomar decisões baseadas em três fotos e uma biografia. De acordo com a pesquisa, solteiros estão se conectando por paixões em comum: criando playlists juntos, trocando dicas de restaurantes e descobrindo gostos em comum em aplicativos de namoro. A comida, em particular, continua sendo poderoso elo.
Planejar encontro casual para um café continua uma das maneiras mais fáceis de iniciar a conversa e criar química. Interesses em comum serão a base para o desenvolvimento do relacionamento.
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3. A visão diferente da geração alfa sobre o amor. Este ano, os mais velhos da geração alfa (nascida entre 2010 e 2024) entram na adolescência. Sua abordagem – amizades, relacionamentos casuais e primeiros encontros amorosos – está sendo definida pela combinação única de hiperfluência digital e instinto protetor de “desconexão”.
Tendo crescido em um “aquário digital”, essa geração vê a privacidade como luxo, superando a superexposição da geração Z. Quer conexões discretas e grupos de bate-papo privados. Influenciada pela cultura da terapia, a geração alfa pratica a intencionalidade extrema, usando códigos claros para estabelecer limites e evitar dramas. Embora use inteligência artificial como treinador social, anseia por encontros que proporcionem desintoxicação de dopamina, priorizando a presença no mundo real, sem aparelhos celulares.
4. Encontros presenciais com círculos menores e conexões mais profundas. Grandes eventos para solteiros e encontros em bares estão perdendo relevância, segundo a pesquisa. Festivais para solteiros com centenas de pessoas se tornam cada vez mais impessoais. Conhecer pessoas tomando drinques em um bar costuma ser a forma menos autêntica de se conectar.
Em contrapartida, encontros menores, com foco em atividades como caminhadas, cafés da manhã em grupo, workshops e aulas de cerâmica, estão ganhando espaço por permitirem conversas mais íntimas. O amor em 2026 será encontrado em espaços intencionais, como conferências, festivais, eventos de bem-estar e encontros esportivos.
5. As palavras-chave dos encontros amorosos vieram para ficar. Há aumento de termos e tendências de namoro. Relacionamentos casuais eram chamados de “amigos com benefícios”. Muitas palavras vão virar tendência, mas a essência permanecerá a mesma. A busca de mulheres por homens de um certo nível e a busca dos homens por esse novo patamar serão um processo contínuo em 2026.
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* Isabela Teixeira da Costa/Interina
