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Conteúdo adulto não é só para solteiros: entenda o novo perfil consumidor

Pesquisa e dados de mercado revelam um público mais diverso, com mulheres e casais quebrando o estereótipo do homem solteiro como único consumidor

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O consumo de conteúdo adulto não é exclusivo de pessoas solteiras, fazendo parte também da vida íntima de quem namora ou é casado. O hábito pode ser individual ou compartilhado pelo casal, com frequência e limites que variam em cada relacionamento.

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O tema ganha espaço com a chegada do Dia dos Solteiros, celebrado em 15 de agosto no Brasil. Dados de uma empresa do setor de plataformas por assinatura mostram um público mais diverso do que o estereótipo do homem solteiro como principal consumidor.

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Kellerson Kurtz, diretor de negócios da FatalFans, explica que a ideia do consumidor ser necessariamente um homem solteiro não corresponde à realidade. "O que vemos é mais diverso: há solteiros, casados, pessoas em relacionamentos e até casais que consomem juntos", afirma.

O que diz a pesquisa

Um estudo publicado na revista "Archives of Sexual Behavior" com 404 jovens adultos investigou as expectativas sobre o consumo de pornografia em relacionamentos. Os resultados apontam que:

  • 70,8% dos homens consideravam o consumo aceitável dentro de uma relação.

  • 45,5% das mulheres compartilhavam da mesma opinião.

A pesquisa avaliou em quais circunstâncias os participantes consideravam o comportamento aceitável, seja sozinhos ou com o parceiro. Os números, contudo, não indicam quantas dessas pessoas efetivamente consumiam o material.

Mulheres também consomem

A presença feminina é outro aspecto relevante. Mulheres estão entre as assinantes e acompanham criadores de conteúdo ativamente. Embora os dados disponíveis venham da base da empresa e não permitam uma análise geral do comportamento das brasileiras, eles mostram um público mais amplo.

"Existe uma mulher consumidora que durante muito tempo ficou invisível nessa discussão. É um público menor, mas está presente", destaca Kurtz. Segundo ele, duas ideias antigas começam a cair: a de que conteúdo adulto é exclusivo de solteiros e de que é exclusivamente masculino.

Mais do que o estado civil, o contexto em que o conteúdo surge na vida de cada pessoa é um ponto central. As formas de consumo podem variar entre solteiros, namorados e casados, assim como os acordos estabelecidos por cada casal.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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