Quando o assunto é evolução física, muita gente ainda se prende apenas à estética — mas isso está longe de ser o principal indicador de progresso.

Segundo o personal trainer Rogério Sthanke explica que o ponto de partida é entender como o corpo realmente responde aos estímulos. “Não dá pra avaliar só no olho ou pelo espelho. É fundamental observar frequência cardíaca, resistência, força e até o tempo de recuperação”, destaca. “Hoje, inclusive, a tecnologia se tornou uma aliada importante nesse processo, ajudando a tornar essa análise mais precisa.”

Outro ponto essencial é o planejamento. Segundo o profissional, não existe fórmula pronta quando o assunto é treino. Cada pessoa tem uma rotina, um objetivo e um nível de condicionamento diferente — e isso precisa ser respeitado.

“A base de um bom resultado está em um treino bem estruturado, que combine força com estímulos mais intensos, sempre adaptado à realidade de cada um. Mesmo em treinos coletivos, a execução e a intensidade precisam ser individualizadas”, explica Rogério.

E quando o assunto é resultado, a expectativa precisa estar alinhada com a prática. Os primeiros sinais de evolução podem aparecer já nas primeiras semanas, mas mudanças mais visíveis costumam surgir entre 30 e 90 dias — desde que haja consistência. “Mais importante do que a velocidade é a capacidade de manter o processo”, reforça.

Na frequência de treinos, o ideal para a maioria das pessoas gira entre três e cinco vezes por semana. Mas, mais uma vez, o segredo está na regularidade. “É melhor treinar bem e de forma contínua do que exagerar e parar depois”, orienta.

Antes de começar, também vale atenção à saúde. Pessoas sedentárias, com histórico clínico ou longos períodos de inatividade devem buscar avaliação médica. Já quem está saudável pode iniciar — desde que com orientação adequada e progressão correta.

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No fim das contas, o recado é direto: não é sobre fazer mais, e sim fazer melhor — com estratégia, constância e acompanhamento profissional.

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