A Secretaria Estadual de Saúde reforçou o alerta para cuidados na compra, armazenamento e preparo de peixes neste período de Semana Santa. 

O objetivo é conscientizar consumidores sobre práticas seguras, reduzindo os riscos de intoxicação alimentar, que podem levar a quadros graves de saúde, especialmente quando há falhas na conservação ou na manipulação dos alimentos.

Um dos principais pontos de atenção está na hora da compra, devido ao fato de os peixes e frutos do mar serem altamente perecíveis, podendo se deteriorar rapidamente caso não sejam mantidos em condições adequadas.

A superintendente de Vigilância Sanitária da Secretaria Estadual de Saúde, Helen Keller, explica quais sinais devem ser observados pelos consumidores na hora da compra do pescado.

Uma importante orientação para a população na compra de um pescado é em relação à camada grossa de gelo e o plástico obrigatoriamente necessário entre o gelo e o pescado. É muito importante observar a rotulagem, a denominação do produto, a data de validade, o país de origem de onde ele veio e também o CIF. – destacou a secretária, que atentou também que os consumidores devem verificar se os peixes apresentam guelras vermelhas, óleos brilhantes e salientes, escamas aderidas ao pescado e consistência firme.

A Secretaria alerta também que os cuidados não terminam na compra, com o transporte e o armazenamento em casa sendo etapas fundamentais para evitar a contaminação, além do armazenamento mais rápido possível após a compra. 

Em casa, deve ser limpo, seco e guardado em recipiente fechado na geladeira, e caso o peixe vá ser consumido cru, isso deve ocorrer em até 24 horas. Já o alimento cozido pode ser mantido por até três dias, desde que refrigerado adequadamente.

A ingestão de pescado contaminado pode causar intoxicação alimentar com sintomas como náuseas, vômitos, diarreia e, em casos mais graves, levar à hospitalização. 

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O preparo do tradicional bacalhau, também exige atenção, com o dessalgue devendo ser feito sob refrigeração, nunca em temperatura ambiente, o que reduz o risco de contaminação.

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