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Estado de Minas NOVELA

Mariana Santos elogia a 'revolução' de Maria Pia

Atriz de 'Pega pega' afirma que sua personagem aprendeu a ser mulher quando soube valorizar o verdadeiro amor


17/10/2021 04:00 - atualizado 17/10/2021 02:25

Os atores Marcelo Serrado e Mariana Santos se abraçam em cena de 'Pega pega'
Paixão por Malagueta (Marcelo Serrado) ensinou Maria Pia (Mariana Santos) a ter autoestima (foto: Cesar Alves/divulgação)

Da comédia ao drama, Mariana Santos passou por todas as sensações na pele de Maria Pia em “Pega pega”, novela das 19h da Globo. Apaixonada por Eric (Mateus Solano), a moça carrega um segredo: gerou Bebeth (Valentina Herszage), a filha do amigo e de Mirella (Marina Rigueira), como barriga solidária. De acordo com a atriz, encontrar o verdadeiro amor em Malagueta (Marcelo Serrado) colabora na transformação da personagem.

“Eric era o melhor amigo dela. Maria Pia carregava um segredo que a fazia acreditar na possibilidade de ter o coração daquele homem. Depois, descobre que pode amar e ser amada de verdade”, afirma Mariana.

No decorrer da trama criada por Claudia Souto, Maria Pia passa de moça com autoestima baixa, que cura suas frustrações na comida, a mulher confiante. Apesar de se iludir com Eric por muito tempo, a atriz reforça a trajetória de crescimento pessoal da personagem. No fim, chega a se aproximar de Bebeth.

“A transformação vai além do Eric. A mudança não foi só estética, para conquistar o homem que amava. Maria Pia começa a novela de uma forma e muda inteiramente. Vai sendo guiada pelo amor”, acredita Mariana.

“Agradeço ao Luiz (Henrique Rios, diretor) por ter pensado em mim para o papel, e a Claudia (Souto), por ter escrito esse texto. Maria Pia se modificou em vários aspectos. Além da compulsão alimentar e o amor platônico por Eric, ela tem uma família estranha e desestruturada”, comenta Mariana.

A garota de “Pega pega” representou uma virada na trajetória da atriz. “Maria Pia é uma personagem importante para mim, pois me fez mudar a visão sobre a carreira”, comenta. “É muito bom poder misturar humor com drama, essa loucura que a personagem tinha.”


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