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Djoko é penta em final épica

Na final mais longa dos Grand Slams, Novak Djokovic bate o suíço Roger Federer em jogo que ficará marcado na história do tênis. O sérvio chega ao 16º título Major


postado em 15/07/2019 04:06

Djokovic comeu grama depois da vitória sobre Federer por 3 a 2, em 4h55min de jogo. O suíço chegou a ter dois match points e desperdiçou(foto: ADRIAN DENNIS/AFP)
Djokovic comeu grama depois da vitória sobre Federer por 3 a 2, em 4h55min de jogo. O suíço chegou a ter dois match points e desperdiçou (foto: ADRIAN DENNIS/AFP)

O sérvio Novak Djokovic, tenista número 1 do mundo, conquistou ontem o título de Wimbledon pela quinta vez na carreira ao derrotar o suíço Roger Federer em cinco sets numa final épica: a mais longa da história dos Grand Slams.
Djokovic precisou de quatro horas e 55 minutos para derrotar Federer, número 3 do mundo, por 7-6 (7/5) 1-6, 7-6 (7/4), 4-6 e 13-12 (7-3), recorrendo pela primeira vez a um tie-break final no 12-12 após a mudanças de regra em Wimbledon.
O sérvio, de 32 anos, precisou salvar dois match points contra para somar seu 16º título de Grand Slam, se aproximando a quatro do recordista na categoria masculina, o próprio Federer, de 37. Djokovic também ficou mais perto do número de títulos de Grand Slam do espanhol Rafael Nadal, de 33, que tem 18.


“Acredito que esta foi uma das duas ou três maiores vitórias da minha carreira”, afirmou Djokovic depois de erguer o troféu na quadra central do All England Club.


Federer, que não derrota Djokovic em um Grand Slam desde a semifinal de 2012 em Wimbledon, buscava acabar com o domínio do número 1 do mundo no circuito e tentava somar o 9º título em Londres. Mas, apesar do esforço, acabou falhando. “Eu tentarei esquecer” esse jogo, brincou Federer diante do público inglês, que claramente torceu para o suíço durante toda a partida.


Sempre um gentleman, Federer completou: “Mas foi um grande jogo, foi longo e teve de tudo. Eu não pude dar mais de mim, dei tudo que tinha”, analisou o suíço, felicitando Djokovic por “uma partida louca”.


A final mais longa disputada em Wimbledon até então era a de 2008, quando Federer perdeu em quatro sets para Rafael Nadal depois de quatro horas e 48 minutos. A partida é considerada uma das melhores da história do tênis.

HISTÓRIA

É a terceira vez que Djokovic vence Federer em decisões em Wimbledon, repetindo as conquistas de 2014 e 2015. Atual campeão, o sérvio defende seu título com sucesso pela segunda vez e atinge o 16º Slam da carreira. Líder absoluto, Djokovic mantém sua vantagem para o espanhol Rafael Nadal, segundo colocado: 12.415 pontos a 7.945. Federer, por sua vez, segue em 3º lugar da ATP, com 7.460 pontos.


O campeão do torneio de Wimbledon leva 2,35 milhões de libras esterlinas (cerca de R$ 11 milhões). Com a conquista, Djokovic empata com o sueco Björn Borg e está entre os seis tenistas homens da história a conquistar cinco troféus de títulos de Wimbledon. Ele venceu cinco de seis finais que atingiu na competição. A exceção foi para o britânico Andy Murray, em 2013.


Já Roger Federer buscava se tornar apenas o segundo tenista da história a vencer Nadal e Djokovic no mesmo Grand Slam. O único tenista a fazer foi o suíço Stan Wawrinka, na conquista do Aberto da Austrália, em 2014. O suíço ainda buscava mais um torneio Major, que o colocaria como o mais velho a alçar uma conquista deste nível.


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