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Estado de Minas

Banido do futebol

Culpado por suborno e corrupção, José Maria Marin foi excluído permanentemente pelo Comitê de Ética da Fifa de qualquer atividade ligada à modalidade


postado em 16/04/2019 05:06

Ex-presidente da CBF, José Maria Marin está preso desde 2015 e foi condenado pela Justiça norte-americana em 2018(foto: Don EMMERT/AFP - 15/11/17)
Ex-presidente da CBF, José Maria Marin está preso desde 2015 e foi condenado pela Justiça norte-americana em 2018 (foto: Don EMMERT/AFP - 15/11/17)


A câmara julgadora do Comitê de Ética da Fifa baniu ontem José Maria Marin permanentemente do futebol. Preso desde 2015 e condenado pela Justiça dos Estados Unidos no ano passado, o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foi considerado culpado por suborno e corrupção, deixando o esporte de forma definitiva. Além disso, foi multado em 1 milhão de francos suíços (cerca de R$ 3,8 milhões).

“A investigação sobre o senhor José Maria Marin revelou vários esquemas de suborno, em particular entre 2012 e 2015, na relação com seu papel em conceder contratos a empresas de mídia e direitos de marketing de competições da Conmebol, Concacaf e CBF”, diz o comunicado divulgado pela Fifa.

Em novembro de 2018, José Maria Marin foi obrigado a pagar cerca de 137 mil dólares (R$ 519 mil) à Fifa e à Conmebol por crimes de corrupção cometidos entre 2012 e 2015. O ex-presidente da CBF foi sentenciado em decisão do Tribunal Federal do Brooklyn, Estados Unidos, na operação denominada como Fifagate.

O banimento do futebol, aliás, já havia sido determinado para o ex-dirigente, mas de forma temporária. Isso porque a Fifa ainda aguardava a resolução de seu processo na Justiça norte-americana para concluir seu caso junto ao Conselho de Ética. No mesmo processo do pagamento às entidades, o ex-presidente da CBF foi condenado a quatro anos de prisão pela juíza Pamela Chen por envolvimento em esquemas de corrupção.

Marin já estava detido nos Estados Unidos desde maio de 2015, em meio a uma operação durante um congresso da entidade máxima do futebol que levou à prisão de alguns dos principais dirigentes do futebol. O ex-presidente da CBF cumpriu prisão domiciliar até dezembro de 2017, quando foi considerado culpado.


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