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Bacalhau que chora

Receita fornecida por Genézio Donizete de Lima, de Poços de Caldas: (35) 3714-7080


postado em 18/05/2009 08:20

(foto: Jair Amaral)
(foto: Jair Amaral)

Ingredientes:

- 500 g de bacalhau

- 1 kg de batatas, cozidas e espremidas

- 12 azeitonas verdes picadas

- 1 pimenta-dedo-de-moça

- 1 pitada de noz-moscada

- 5 cebolas grandes

- 5 colheres (chá) de catupiry

- 5 fatias de muçarela

- Cheiro-verde a gosto

- 1 colher (chá) de azeite

Diversidade:

- Contato:(35) 3721-3989.

Modo de Preparo:

Descascar as cebolas e cozinhá-las inteiras, até ficarem macias. Com uma faca, retirar o miolo da cebola, de modo que fiquem apenas três camadas. Reservar o que foi retirado. Lavar o bacalhau em água corrente, cozinhá-lo e desfiá-lo. Em uma panela tapada, cozinhar o peixe e o miolo retirado das cebolas com água suficiente para cobrir. Retirar quando a cebola começar a ficar transparente. Se for necessário, pôr mais água.

Na mesma panela, pôr as azeitonas, o azeite, a batata amassada, a pimenta e o cheiro-verde. Misturar até ficar homogêneo. Rechear as cebolas, das quais foram retirados os miolos, com essa mistura e cobrir, cada uma, com uma colher (chá) de catupiry e uma fatia de muçarela. Levar ao forno para gratinar.



Que o cerrado seja para sempre

(foto: Jair Amaral)
(foto: Jair Amaral)

Há quem nunca tenha visto cabeça de bacalhau. E peixe chorar, alguém já viu? É claro que esse fenômeno está mais para história de pescador do que para realidade, ainda mais se dissermos que ele foi registrado em um bar de Poços de Caldas. Mas, antes que alguém pense que vai ver, de fato, as lágrimas do bicho, é bom explicar melhor. O peixe que chora nada mais é que uma cebola cozida e recheada com purê de batatas e bacalhau.

Se a explicação tirou um pouco da magia, basta uma garfada da iguaria para ficar novamente encantado. A combinação, criada pelo dono do estabelecimento - que, inclusive, leva o mesmo nome do prato -, Genézio Donizete de Lima, foi inspirada nas receitas de família, de origem portuguesa. "Lembro-me que a gente não tinha dinheiro, mas na semana santa não faltava bacalhau. Ele era cozido só com batata", diz.

Segundo ele, o nome do prato foi ideia de um amigo publicitário e, rapidamente, caiu no gosto da clientela. Ex-garçom, Genézio já fez de quase tudo, mas é no bar, aberto há três anos, que parece ter encontrado a vocação. De passagem pela cidade, não deixe de conferir este que não é um fenômeno da natureza, mas que pode surpreender.

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