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Estado de Minas JULGAMENTO

Ministro Kassio Nunes libera ação contra política armamentista no STF

Ao todo, são 12 processos tentando derrubar pontos de medidas e decretos da gestão anterior, que estavam sendo julgados em bloco e foram interrompidos


26/03/2023 19:02 - atualizado 26/03/2023 21:40

Ações estão presas no gabinete do ministro por um pedido de vista desde setembro de 2021
Ações estão presas no gabinete do ministro por um pedido de vista desde setembro de 2021 (foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF )
Após três meses da saída de Jair Bolsonaro (PL) da Presidência, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Kassio Nunes Marques liberou um processo relacionado a uma das principais pautas bolsonaristas: a política armamentista. As ações estão presas em seu gabinete por um pedido de vista desde setembro de 2021.

 

Desde então, entidades da sociedade civil vinham pressionando o ministro pela liberação, para que os julgamentos pudessem ser retomados. Embora a ação liberada não seja a mais importante, essas entidades interpretaram o gesto como uma mudança de postura e uma sinalização de que o ministro deve liberar em breve as outras também.

 A ação cujo julgamento pode ser retomado desde sexta-feira (24), a ADPF 772, questiona uma resolução do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior do Ministério da Economia que zerava a alíquota de importação para revólveres e pistolas. Antes, ela era de 20%.

 

Ao todo, são 12 processos tentando derrubar pontos de medidas e decretos da gestão anterior, que estavam sendo julgados em bloco e foram interrompidos por Kassio. Parte da política bolsonarista foi derrubada já em 1º de janeiro, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em seu revogaço, dificultou o acesso a armas de uso restrito, mas boa parte segue pendente de análise no STF.

 

A expectativa é de que a partir desses julgamentos, as medidas de Bolsonaro fiquem para trás. No último dia 10, o STF julgou ações que questionavam o decreto de Lula e a decisão foi pela constitucionalidade, com 10 votos favoráveis, incluindo o de Kassio. Só André Mendonça foi contra.


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