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Estado de Minas BRASIL

Bolsonaro ironiza julgamento e alfineta Lula sobre família, drogas e aborto

A declaração foi durante culto em comemoração aos 106 anos da Assembleia de Deus


26/10/2021 22:50 - atualizado 26/10/2021 22:59

Presidente durante discurso
Bolsonaro emendou que algumas autoridades, quando chegam ao poder, parecem 'ter o rei na barriga' (foto: Reprodução / Youtube)
O presidente Jair Bolsonaro ironizou, nesta terça-feira (26/10), o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de duas ações que pedem a cassação da chapa do chefe do Executivo e do vice, Hamilton Mourão. Acusado de fake news, em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro alfinetou que estaria mentindo caso tivesse dito que o petista defende a família e se posiciona contrário ao aborto e a liberação das drogas. A declaração ocorreu durante culto em comemoração aos 106 anos da Assembleia de Deus.
 
"Nós temos um bem maior que a nossa própria vida e todos nós um dia partiremos. Mas não existe vida sem liberdade. Olha o que vem acontecendo no Brasil. Pessoas que têm perdido a sua liberdade por opinião. Hoje nós falamos: 'Não é comigo'. É com todos nós. Vai chegar o momento. Algo vai acontecer. Hoje, por volta das 18h, começa o julgamento da cassação chapa Bolsonaro e Mourão. Sabe qual é a acusação? As minhas contas foram aprovadas pelo TSE. Não tem nenhuma acusação de corrupção, enriquecimento ilícito, nada. A acusação é fake news. (Que) Eu menti durante a campanha. Se eu tivesse mentido contra aquele candidato do PT, eu teria que falar que o candidato do PT defende a família. Aí eu estaria mentindo. O candidato do PT é contra o aborto. Estaria mentindo. O candidato do PT é contra a liberação das drogas. Estaria mentindo", apontou.
 
Bolsonaro emendou que algumas autoridades, quando chegam ao poder, parecem "ter o rei na barriga".
 
"A que ponto chegou o ser humano? Quando chega no local, o rei parece que vai morar na barriga dele e não deve satisfação a ninguém. Quanto a isso, eu tenho dito: Só Deus me tira daquela cadeira", bradou.
 
As ações tratam do uso de disparos em massa de mensagens em redes sociais na última eleição majoritária.


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