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Estado de Minas POLÍTICA

Eduardo Bolsonaro convida Trump para visitar o Brasil: 'Autoridade moral'

Eduardo afirmou estar 'do lado' dos que não se curvam ao 'politicamente correto' e trabalham na luta contra regimes autoritários


09/08/2021 14:49 - atualizado 09/08/2021 15:24

(foto: REDES SOCIAIS/REPRODUÇÃO)
(foto: REDES SOCIAIS/REPRODUÇÃO)
Em meio a uma semana ativa politicamente, com a votação da PEC do voto impresso marcada na Câmara dos Deputados, o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) usou as redes sociais para convidar o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump para visitar o Brasil.


"Estou do lado de homens de reputação ilibada e autoridade moral para andar de cabeça erguida nas ruas a qualquer tempo”, escreveu o filho 03 de Bolsonaro sobre Trump.

De acordo com o deputado, Trump defende a família, a propriedade privada, a legítima defesa pelas armas de fogo, a liberdade religiosa e as liberdades naturais.

“Estamos juntos em convergência de ideais e hoje pude trocar experiências com o presidente Trump sobre Brasil e EUA. Aproveitei para convidá-lo para ir ao nosso país quando entender conveniente, quem sabe num CPAC-Brasil”, escreveu.
 
 
 

Trumpismo no Brasil 

 
Nos últimos meses, Bolsonaro vem falando aos apoiadores que ganhou as eleições em primeiro turno. De acordo com ele, o pleito de 2018 foi fraudado para que Fernando Haddad (PT) tivesse a oportunidade de enfrentá-lo em segundo turno.

As declarações de Bolsonaro sobre as eleições geraram a PEC do Voto Impresso, que será votada em Plenário nesta semana.  Na quinta-feira (5/8), a comissão especial na Câmara rejeitou o relatório do deputado Filipe Barros (PSL-PR) favorável à PEC. O parecer a favor da PEC foi rejeitado por 23 votos a 11. 


Bolsonaro foi eleito o 38º presidente da República com 57.797.847 votos (55,13% dos votos válidos).   

Assim como o presidente brasileiro, Trump também atacou o sistema eleitoral quando perdeu as eleições em 2019 para o democrata Joe Biden. 

De acordo com o americano, o pleito foi fraudado devido a quantidade de votos enviados via correio. A ação não era tão comum nos EUA e ganhou força pela pandemia de COVID-19.


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