Jornal Estado de Minas

BOLSONARO ESTÁ INTERNADO

Assessor de Bolsonaro reúne matérias e prints 'desejando mal ao presidente'

O assessor especial de Jair Bolsonaro (sem partido), Tercio Arnaud Tomaz, pediu ajuda dos apoiadores do presidente para enviar prints de manchetes da imprensa que desejavam mal do presidente.
 
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“Colem nos comentários todas as matérias ou prints da imprensa desejando mal ao presidente”, disse o assessor.




 
 

Nos comentários, diversos apoiadores começaram a enviar manchetes de jornais e a atacar jornalistas.
 
Bolsonaro foi internado em São Paulo na última quinta-feira (14/7). Ele sofre de obstrução intestinal e deve passar por cirurgia.
 
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Desde que foi vítima de um atentado em 2018, durante as eleições presidenciais, o presidente passou por quatro cirurgias em decorrência da facada. Bolsonaro também passou por dois procedimentos não relacionados ao ferimento.




  

Obstrução intestinal

Em nota, o Planalto disse que o diagnóstico de Bolsonaro foi feito pelo cirurgião Antônio Luiz Macedo, o mesmo que operou Bolsonaro após a facada.
 
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"Após exames realizados no HFA, em Brasília, o Dr. Macedo, médico responsável pelas cirurgias no abdôme do Presidente da República, decorrentes do atentado a faca ocorrido em 2018, constatou uma obstrução intestinal e resolveu levá-lo para São Paulo onde fará exames complementares para definição da necessidade, ou não, de uma cirurgia de emergência", diz a nota do Ministério das Comunicações.

Em São Paulo, o chefe do Executivo federal fez exames complementares para definição da necessidade de uma cirurgia de emergência.

Pelo Twitter, Bolsonaro afirmou que a obstrução é consequência da tentativa de asssasinato sofrida por ele em 2018. 
 
De acordo ele, esse é apenas “mais um desafio”. Para o presidente, a obstrução é consequência da tentativa de assassinato que sofreu durante a campanha presidencial de 2018, em Juiz de Fora, na Zona da Mata.




 
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Soluço

Bolsonaro vinha sofrendo com crises de soluço há vários dias. Em uma das conversas com apoiadores, na semana passada, ele chegou até a comentar que falaria pouco.


Conforme o presidente, devido ao soluço, ele tinha que poupar o fôlego para um discurso que teria que fazer mais tarde naquele dia.

 

Bolsonaro também chegou a comentar com auxiliares que o soluço seria efeito colateral de medicamento que tomou em decorrência de tratamento dentário. 
 

Boletim Médico 

 

O mais recente boletim médico sobre o estado de saúde do presidente Jair Bolsonaro informa que ainda não há previsão de alta hospitalar. 

 

Segundo o comunicado, o presidente está evoluindo de forma satisfatória tanto clínica quanto laboratorialmente. "Permanece o planejamento terapêutico previamente estabelecido", diz.

 

A nota é assinada pelo médico e cirurgião-chefe Antônio Luiz Macedo, bem como por Ricardo Camarinha, cardiologista do presidente, e diretores do hospital, Antônio Antonietto e Pedro Henrique Loretti.  




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