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Estado de Minas CPI DA COVID

Flávio na CPI: 'Impossível igualar Bolsonaro e Lula na corrupção'

De acordo com o senador, existe uma tentativa da CPI de enquadrar o presidente por prevaricação


09/07/2021 15:17 - atualizado 09/07/2021 15:54

Senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ): 'Querem ligar o presidente da República a um crime de prevaricação' (foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
Senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ): 'Querem ligar o presidente da República a um crime de prevaricação' (foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), filho ‘01’ do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), esteve na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID no Senado e saiu em defesa do pai. 
 
CPI da COVID: acompanhe, ao vivo, o depoimento de William Santana  

De acordo com o senador, existe uma tentativa da CPI de enquadrar o presidente por prevaricação.

Segundo ele, os senadores querem igualar o pai com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Querem ligar o presidente da República a um crime de prevaricação. Essa narrativa que tentam construir, que o presidente teve acesso a uma ‘invoice’ do caso Covaxin, através do deputado Luiz Miranda… é impossível que ele possa ter feito isso, o documento não existia”, disse.

O senador então levanta as mãos. “É a tentativa de igualar Bolsonaro ao Lula”, disse. “No quesito corrupção? A gente sabe que isso é impossível. Isso não existe. Comparar alguém que deu um prejuízo de bilhões para nosso país com uma tentativa de propina para comprar uma vacina que nunca foi comprada? A história não fecha”, afirma o Flávio.

De acordo com Flávio, “a população” não “compra” os fatos da CPI. 
 
 
 

O dia da CPI 

William Amorim Santanaconsultor de saúde, depõe nesta sexta-feira (9/7) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPIda COVID, instalada pelo Senado. Ele foi convocado para dar mais detalhes do contrato firmado entre governo federal Bharat Biotec para compra da vacina indiana antiCOVID Covaxin.

Santana é consultor técnico da divisão de Importação do Ministério da Saúde. Ele teria alertado à Precisa Medicamentos, intermediadora da compra da Covaxin, que as invoices (faturas) tinham irregularidades. A aquisição desse imunizante está sob suspeita de superfaturamento.

O técnico depõe na condição de testemunha e a pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI da COVID.

A comissão, instalada em 27 de abril deste ano, apura possíveis ações e omissões do governo federal no enfrentamento à pandemia do coronavírus e repasses de verbas a estados e municípios.



 


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