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Estado de Minas AFASTADA DO CARGO

Flordelis sofre overdose por 'excesso de medicação' e está internada em UTI

Equipe da deputada diz que ela "vem sofrendo um linchamento público" e que precisou de ajuda médica por "excesso de medicação tomada"


24/02/2021 15:23

Deutada federal Flordelis foi afastada do cargo pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro(foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Deutada federal Flordelis foi afastada do cargo pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
A deputada federal Flordelis (PSD-RJ) está internada em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) na cidade de Niterói. É o que diz uma nota divulgada pela assessoria dela no início da tarde desta quarta-feira (24/2). O texto não dá muitos detalhes sobre o estado de saúde dela, diz apenas que “a expectativa de familiares e amigos é que a deputada possa estar restabelecida e fora do CTI em breve”. Flordelis foi admitida no começo da noite de terça-feira, após ser afastada do cargo, devido à investigação das circunstâncias da morte de seu marido, o pastor Anderson do Carmo. A publicação diz ainda que a pastora e política foi vítima de uma overdose de remédios.

A decisão de afastar a parlamentar partiu do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). Flordelis é suspeita de participação, ao lado dos filhos, do assassinato de Anderson do Carmo. A polícia indica que ela poderia ser a mandante do assassinato. A deputada foi afastada até o julgamento do caso. A Câmara deve referendar ou revogar o afastamento em um processo que começa nesta tarde, com a escolha de um relator pelo Conselho de Ética da casa.

Perseguição
A nota divulgada pela assessoria da deputada defende que ela é inocente e que não poderia usar o cargo no legislativo para interferir nas investigações, como foi argumentado pelos desembargadores. “A Deputada Flordelis vem sofrendo um linchamento público, antes mesmo do fim da primeira fase do processo que investiga a morte de seu marido, o Pastor Anderson do Carmo, ela vem sendo condenada e humilhada perante a opinião pública, sem nenhum direito de defesa”, argumenta.


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