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Estado de Minas VISTA AO SERTÃO NORDESTINO

Bolsonaro joga água em apoiadores e diz que 'semblante do nordestino, quando chega água, parece que ganhou na Mega-Sena'

Presidente visitou nesta quinta-feira (1) o sertão nordestino para a inauguração da segunda etapa do Sistema Adutor do Pajeú, na cidade de São José do Egito (PE)


01/10/2020 14:45 - atualizado 01/10/2020 15:27

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e apoiadores(foto: Isac Nóbrega/PR)
Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e apoiadores (foto: Isac Nóbrega/PR)
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) visitou nesta quinta-feira (1) o sertão pernambucano. Durante visita para inauguração  da segunda etapa do Sistema Adutor do Pajeú, na cidade de São José do Egito, o presidente voltou a provocar aglomerações e jogou água em apoiadores. 



Segundo ele, a "a questão da água" é "vital" para seu governo. A obra inaugurada pelo presidente foi executada pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), com investimento da ordem de R$ 250 milhões, é composta de 57 quilômetros de adutoras e duas estações de bombeamento de água. 

De acordo com a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), serão beneficiados, ao todo, 290 mil moradores de diversas cidades da região. É esperado que a oferta de água aumente em 78% na região. Isso porque, a vazão do sistema passará de 290 para 480 litros por segundo. A captação é realizada no Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco. 


Eleições 2020


Durante o evento, Bolsonaro, que havia dito que não participaria das eleições municipais este ano, pediu para que os eleitores que "caprichem para escolher prefeito e vereador", em novembro. "Vamos escolher gente que tenha Deus no coração, que tenha na alma o patriotismo e queira a liberdade e o bem do próximo", afirmou.


Remédio sem eficácia


O presidente voltou a citar a hidroxicloroquina ao discursar durante a inauguração. O remédio não tem eficácia comprovada cientificamente. 

Durante o discurso, Bolsonaro afirmou que aqueles que queixam do remédio deveriam “engolir”.

"Eu não sou médico, mas sou ousado como o cabra da peste nordestino", brincou.
 
*Estagiária sob supervisão da editora Liliane Corrêa


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