Publicidade

Estado de Minas OBITUÁRIO

Morre por COVID-19 o jurista mineiro Aristoteles Atheniense

Aristoteles Dutra de Araújo Atheniense se destacou como um dos maiores nomes da advocacia mineira


postado em 03/07/2020 11:34 / atualizado em 03/07/2020 14:41

-->-->-->-->

Aristoteles Atheniense(foto: Aristoteles Atheniense Advogados/Divulgação)
Aristoteles Atheniense (foto: Aristoteles Atheniense Advogados/Divulgação)
Morreu nessa quinta-feira (2), aos 84 anos, o jurista Aristoteles Atheniense. Ele morreu em Belo Horizonte, de Covid- 19, e a mulher dele também está contaminada pelo novo coronavírus.

 

A morte do jurista foi comunicada nesta sexta-feira (3) por meio de nota do escritório Aristoteles Atheniense Advogados, onde  ele atuou por 60 anos.


"O Ministério da Saúde, por si só, não notabiliza os seus titulares. É indispensável que os escolhidos contribuam efetivamente no combate às crises epidêmicas e sejam dotados de competência pessoal. Foi o que sucedeu a Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, que se incorporaram à história do Brasil, merecendo ser reverenciados na posteridade."

Aristoteles Atheniense, em artigo 'O Ministério da Saúde, Oswaldo Cruz e Carlos Chagas", publicado no site Consultor Jurídico, em 25/04/2020


Atheniense foi ex-presidente da OAB/MG, ex-conselheiro federal e ex-vice-presidente do Conselho Federal da OAB. Aristoteles Dutra de Araújo Atheniense se destacou como um dos maiores nomes da advocacia mineira.


Era graduado pela Faculdade de Direito da UFMG, em 1959. Presidiu a seccional mineira por dois períodos (1979 a 1983); foi Secretário Geral do Conselho Federal (1993/1995), vice-presidente nacional da OAB (2004/07) e presidente da Comissão de Relações Internacionais do Conselho Federal da OAB (2007/10). Foi conselheiro Federal da OAB/MG em quatro mandatos (1991/93; 1993/95; 2004/07; 2007/10).

Era membro da Federação Interamericana dos Advogados, do American Bar Association, da Federação Internacional dos Advogados, do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais (Cadeira nº 6 – Rodolpho Jacob).

Foi presidente da Academia Mineira de Letras Jurídicas (2013/17), onde ocupava a Cadeira nº 37, que tem como patrono o jurista Lincoln Prates. Recebeu o título de cidadão Honorário de Belo Horizonte, Uberaba, Salinas e Pitangui.

Também era diretor da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais. Foi ainda professor de Direito da PUC-MG.


receba nossa newsletter

Comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Cadastro realizado com sucesso!

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade