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Estado de Minas PELA QUARTA VEZ

Bolsonaro diz que educação 'está ruim' e 'talvez' escolha hoje novo ministro

Em pouco mais de um ano e meio, a educação já teve três ministros, que deixaram seus cargos em meio a polêmicas


postado em 02/07/2020 10:20 / atualizado em 02/07/2020 11:14

(foto: Marcello Casal JR./Agência Brasil)
(foto: Marcello Casal JR./Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (2) que a situação da educação brasileira está "horrível". Em conversa com apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada, pela manhã, Bolsonaro também disse que "talvez escolha hoje" o novo ministro da Educação.

A pasta já trocou de comando três vezes desde o início do governo.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (2) que a situação da educação brasileira está "horrível". Em conversa com apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada, pela manhã, Bolsonaro também disse que "talvez escolha hoje" o novo ministro da Educação.

Ao receber uma demanda para o MEC, Bolsonaro disse que "deu problema" com o professor Carlos Decotelli, nomeado ministro do MEC por cinco dias, mas que não chegou a tomar posse após polêmicas sobre títulos acadêmicos. "Talvez eu escolha hoje o ministro da Educação", afirmou Bolsonaro.

Culpa é do Supremo

 

O presidente também voltou a distorcer decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar passar a responsabilidade das decisões durante a pandemia aos governadores. A decisão, no entanto, assegura aos Estados e municípios autonomia para tomar medidas, mas não exime a União.

"Vou passar para o governador", reagiu Bolsonaro após dois apoiadores pedirem para apresentar uma proposta para a retomada das aulas presenciais em instituições do setor privado. Em seguida, eles responderam que já passaram a proposta para o governador do seu Estado, sem citar qual, e insistiram que o texto fosse repassado ao MEC.

"O Supremo Tribunal Federal decidiu que quem trata desse assunto não sou eu. Eu entendo vocês, me coloco no lugar de vocês. A educação está horrível no Brasil", declarou o presidente. "Pode entregar (o texto) que eu mando para a Educação ou para o Ibaneis (Rocha, governador do DF)", reagiu Bolsonaro diante da insistência.
 


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