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Estado de Minas POLÍTICA

Governo federal confirma prorrogação de GLO no Ceará até 6 de março

Por meio de nota, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o motim de policiais militares envolve 'uma negociação do Estado' e espera que a situação seja normalizada em uma semana, mas, enquanto isso, manterá o reforço das Forças Armadas.


postado em 28/02/2020 15:41 / atualizado em 28/02/2020 16:14

Reunião do presidente Jair Bolsonaro com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.(foto: Marcos Correa/PR)
Reunião do presidente Jair Bolsonaro com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. (foto: Marcos Correa/PR)
O presidente da República, Jair Bolsonaro, confirmou, por meio de nota, que aceitou prorrogar o decreto de Garantia de Lei e da Ordem (GLO) no Ceará até o dia 6 de março. O prazo original também tinha duração de uma semana e venceria nesta sexta-feira, 28.

No texto, o presidente afirmou que o motim de policiais militares envolve "uma negociação do Estado" e espera que a situação seja normalizada em uma semana, mas, enquanto isso, manterá o reforço das Forças Armadas. "No dia 26 de fevereiro, o governador do Ceará pediu uma prorrogação da GLO.

 

O governo federal, por sua vez, autoriza a prorrogação e entende que, no prazo de até o dia 6 de março, a situação deva ser normalizada, prevalecendo o bom senso. O governo federal avalia que se trata de uma negociação do Estado, entretanto, continua prestando seus esforços de ajuda à população", escreveu na nota divulgada pela Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom).

Assim como tem feito nos últimos dias, Bolsonaro defendeu mais uma vez que o Congresso aprove o excludente de ilicitude para garantir apoio aos militares envolvidos na operação da GLO. "Ressalta-se a importância de que o Congresso Nacional reconheça que, o emprego da GLO, dada a necessidade de segurança aos integrantes das forças, muitos deles jovens soldados com cerca de 20 anos de idade, discuta e vote o excludente de ilicitude."

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