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Estado de Minas

Gabinete de Bolsonaro comprou passagem no dia da morte de Marielle

Pelos registros de transparência da Câmara do Deputados o presidente teria comprado dois bilhetes de passagem aérea na mesma data do assassinato de Marielle Franco, 14 de março de 2018


postado em 13/11/2019 15:17

Segundo testemunha, acusado de matar a vereadora teria se reunido com outro suspeito no condomínio onde morava presidente dizendo, na portaria, que iria até a casa de Bolsonaro(foto: Reprodução/Facebook Jair Bolsonaro)
Segundo testemunha, acusado de matar a vereadora teria se reunido com outro suspeito no condomínio onde morava presidente dizendo, na portaria, que iria até a casa de Bolsonaro (foto: Reprodução/Facebook Jair Bolsonaro)
O caso Marielle voltou a causar debate nas redes sociais. O deputado David Miranda (PSOL-RJ) resgatou o tuíte de uma jornalista nesta quarta-feira afirmando que o presidente Jair Bolsonaro teria voltado mais cedo no dia 14 de março de 2018, mesma data do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes

O Correio apurou que os registros da Câmara dos Deputados indicam que o gabinete do então deputado Jair Bolsonaro comprou dois bilhetes aéreos de Brasília para o Rio de Janeiro no mesmo dia. 

Bolsonaro declarou que estava em Brasília no dia e, inclusive, registrou presença em duas votações na Casa. Porém, o tuíte da jornalista Thaís Bilenky afirma que o presidente estaria com uma intoxicação alimentar pelos dois dias anteriores, reduzindo o ritmo da sua agenda e voltando mais cedo para o Rio de Janeiro no dia do assassinato.

Confira abaixo as informações contidas no portal da transparência da Câmara dos Deputados Cia Aérea:

Procurada pelo Correio, a assessoria do Palácio do Planalto não enviou nota oficial até o momento.

* Estagiária sob supervisão de Vinicius Nader


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