
A guerra das fake news nas redes sociais levou a ministra presidente do TSE a convocar a reunião com a coordenação das campanhas do PT e do PSL. O objetivo do encontro é formalizar um pacto para combater a disseminação de mensagens e notícias falsas na reta final para o segundo turno.
Haddad já propôs acordo, mas Bolsonaro se manifestou nas redes sociais contra a proposta. O tribunal decidiu reforçar o cerco às notícias falsas colocando três servidores da área técnica dentro do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional, que monitora a segurança das eleições, em Brasília.
Eles vão ajudar a Polícia Federal a identificar fake news e agir com maior rapidez contra os autores. A eventual remoção de notícias falsas da internet continuará dependendo de ações judiciais, que precisam seguir seus trâmites, que podem levar dias, mas a expectativa da ministra é reduzir o prazo.
Em sua conta no Twitter, Fernando Haddad ironizou o pedido do adversário pelo adiamento da reunião. “Foge de debate e de discussão sobre fake news”, publicou o candidato do PT.
A campanha de Jair Bolsonaro ainda não decidiu se o deputado irá aos debates com o petista antes da votação do segundo turno das eleições. O capitão da reserva foi atacado com uma facada no abdômen durante campanha em Juiz de Fora, em 6 de setembro, e precisou passar por duas cirurgias de emergência.
