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Estado de Minas POLÍTICA

Ibaneis Rocha e Rodrigo Rollemberg vão ao segundo turno no Distrito Federal

Ibaneis havia conquistado 41,99% dos votos, e Rollemberg, 13,94%. Em terceiro lugar aparecia Rogério Rosso (PSD) com 11,99%, seguido por Paulo Chagas (PRP), com 7,33%


postado em 07/10/2018 18:46 / atualizado em 07/10/2018 19:13

(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press; Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press; Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

A eleição para governador no Distrito Federal será decidida em segundo turno, com disputa entre o candidato do MDB, Ibaneis Rocha, e o governador Rodrigo Rollemberg (PSB), que tenta o segundo mandato à frente do Palácio do Buriti.

Na última atualização desta matéria, com 98% das seções apuradas, Ibaneis havia conquistado 41,99% dos votos, e Rollemberg, 13,94%. Em terceiro lugar aparecia Rogério Rosso (PSD) com 11,99% e, em seguida, Paulo Chagas (PRP), com 7,33%.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) passou a divulgar os resultados das eleições no Distrito Federal pouco depois das 17h (veja abaixo os resultados). Os resultados confirmam em parte o que as pesquisas eleitorais mostravam: uma ascensão meteórica de Ibaneis e uma disputa acirrada pelo segundo lugar.

No entanto, o fraco desempenho de Eliana Pedrosa é surpreendente. A candidata do Pros chegou a apareceu como líder de intenções de votos, mas teve um resultado muito fraco, sem chances de brigar pelo segundo turno. Estava com 6,93% dos votos.

Comemoração

Ibaneis comemorou a vitória parcial na corrida pelo Buriti no Clube da Ordem dos Advogados do Distrito Federal (OAB), no Setor de Clubes Sul. "Agora, vão ser 20 dias de muito trabalho", afirmou o candidato, que celebrava ao lado de aproximadamente 100 pessoas.
 
O governador Rollemberg agradeceu o apoio dos eleitores que votaram nele e disse esperar convencer os eleitores a levarem à vitória no segundo turno. "A prioridade é dialogar, é mostrar que amamos Brasília e queremos o melhor para a cidade. Só tenho um objetivo: servir a população de Brasília por mais quatro anos", afirmou.

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