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Estado de Minas

Candidatos ao governo de Minas condenam ataque a Bolsonaro


postado em 06/09/2018 18:39 / atualizado em 06/09/2018 19:44

Candidatos a governador de Minas Gerais nestas eleições divulgaram notas em repúdio ao ataque sofrido por Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (6), durante evento de capanha em Juiz de Fora, na Zona da Mata. 

 

Fernando Pimentel (PT), em coletiva de imprensa, afirmou que, como governador de Minas, repudia o atentado contra Jair Bolsonaro em Juiz de Fora, ofereceu solidariedade e classificou o ocorrido como “agressão inaceitável”. “A violência não é caminho para resolução de conflitos, nem forma de participação no processo político”, declarou.

 

O governador ressaltou, também, que as autoridades estão mobilizadas para investigar o ataque e que estão seguindo “rigorosamente todos os procedimentos legais cabíveis”. Ainda, Pimentel ainda afirmou que, como Bolsonaro é candidato à Presidência, o caso foi repassado para a Polícia Federal. Durante a coletiva, o superintendente da Polícia Civil, Carlos Capistrano disse que a há uma ação conjunta entre a PC e a PF que apura a participação de um segundo suspeito. No entanto, ele não soube informar mais dados.

 

O senador Antônio Anastasia (PSDB) afirmou que o ato “é condenável e inaceitável”. “Independentemente de qual posição defende, nós não podemos aceitar, jamais, sob nenhum pretexto ou desculpa, uma situação dessa, com o risco de, do contrário, colocarmos em xeque a própria democracia, conquistada por muitos brasileiros a duras penas”, disse o tucano, que ainda cobrou uma “apuração cuidadosa e pormenorizada”.

O presidente da Assembleia Legislativa de Minas, Adalclever Lopes (MDB), estava em campanha em Caratinga, na região do Vale do Aço, quando foi informado do ataque a Bolsonaro.

“Esperamos a mais rápida apuração e punição aos responsáveis. Mas desde já manifesto meu mais profundo repúdio a todo e qualquer ato de violência. O Brasil não aguenta mais essa escalada de ódio que segue separando os brasileiros em divisões mesquinhas que em nada servem aos interesses do novo povo. Isso é fruto da política feita com ódio, rancor e raiva. É contra este tipo de política que estamos lutando aqui em Minas”, afirmou.

Estrante na política, o candidato do Novo, Romeu Zema, disse que divergências de ideias não justificam atitutes como a sofrida por Bolsonaro. “Essa não é a forma de conduta que nós mineiros aceitamos para nosso país. O Novo se solidariza com Jair Bolsonaro e sua família, e deseja seu rápido reestabelecimento. Que a justiça atue de forma eficaz e exemplar sobre este episódio. Somente com respeito poderemos construir novos caminhos", declarou.

 

 

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