
A decisão também afasta a inelegibilidade dos eleitos por oito anos e a multa aplicada ao prefeito. Ainda cabe recurso da sentença.
Eleitos com 14.291 votos (22,42%), Luis Álvaro e Ângela Kilson, assim como o ex-prefeito Antonio Andrada (Toninho Andrada), foram denunciados pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) e por coligações adversárias em quatro ações, reunidas e decididas em sentença única.

Na ação, os autores acusavam o trio de abuso de poder político e captação ilícita de voto. Toninho Andrada, quando prefeito, em setembro de 2016, teria promovido reunião convocando e persuadindo servidores públicos municipais a votar em Luis Álvaro e Ângela. Os candidatos estiveram presentes em pelo menos três desses encontros.
De acordo com o juiz João Batista Ribeiro, relator do processo, as provas audiovisuais apresentadas se contrapõe às declarações de testemunhas, e foram insuficientes para concluir para a punição de cassação e sanção dos três acusados.
