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Estado de Minas

Ato de policiais contra reforma da Previdência termina em tumulto no Congresso

Cerca de 1 mil policiais civis invadiram o Congresso contra a PEC que altera as regras de aposentadoria


postado em 18/04/2017 15:59 / atualizado em 18/04/2017 20:55


Policiais Federais que protestam nesta terça-feira (18/4) em frente ao Congresso Nacional contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma da Previdência tentaram invadir a entrada principal da Câmara dos Deputados no começo da tarde. Com os ânimos exaltados, vidraças foram quebradas e a Polícia Legislativa teve que intervir, causando um princípio de tumulto.

Parte dos policiais que protestam passou a se aglomerar por volta das 15h na entrada da chapelaria, por onde costumam chegar os deputados. Os manifestantes começaram a pressionar as vidraças da portaria, chegando a quebrar várias janelas. Alguns chegaram a invadir o local, quando foram dispersados por policiais legislativos, que revidaram com gás lacrimogêneo e sprays de pimenta.

Por volta das 16h, os manifestantes tentaram invadir a Casa pelo Salão Negro da Câmara. Segundo a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapes), cerca de 1.000 policiais federais protestam no local. Uma comissão de sete policiais foi formada e se dirigiu para o gabinete do Secretário Geral. Ainda não há informações sobre o que eles fariam no local.

(foto: Sindipol/DF/Facebook )
(foto: Sindipol/DF/Facebook )


Desde o final da manhã, o grupo formado por cerca de 3 mil policiais civis, militares, guardas municipais, entre outros profissionais da segurança pública, posicionou-se em frente ao gramado do Congresso Nacional para protestar contra a proposta de reforma da Previdência. O texto original encaminhado pelo governo previa o fim da aposentadoria especial para a categoia.

O protesto foi organizado pela União de Policias do Brasil (UPB), que pretendia protocolar um pedido de retirada dos policiais da proposta de reforma do governo. Havia também a previsão de uma reunião com integrantes da base aliada do governo. (Com Agência Brasil)


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