Publicidade

Estado de Minas

João Leite quer criar gabinete integrado de segurança


postado em 27/10/2016 15:46 / atualizado em 27/10/2016 16:03

(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)

O candidato do PSDB à Prefeitura de Belo Horizonte, João Leite, disse hoje que se eleito vai criar um gabinete integrado de segurança pública com a presença de representantes de todas as instituições que atuam na área. O candidato esteve reunido com representantes da Associação dos Delegados da Polícia Federal Regional Minas Gerais (ADPF-MG) para discutir esse assunto. Uma das cobranças da entidade é uma maior interlocução da prefeitura com a PF. “Vamos buscar as informações que a PF tem para melhorar a segurança na cidade”.

Essa foi uma das cobranças feitas pelo delegado e diretor da ADPF-MG, Luiz Augusto Pessoa Nogueira. Segundo ele, a atual administração chegou a criar um grupo com representantes de todas as secretarias municipais e entidades que atuam na área de segurança pública, mas não teve resultado efetivo.

“Eram reuniões gigantes que não resultaram em nada de prático”, afirmou. João Leite disse que sua proposta é reunir apenas representantes das polícias e da prefeitura para tratar permanentemente do assunto. “Vamos ter uma mesa permanente de troca de informações e aproximar cada vez mais a Polícia Federal para combatermos o crime em Belo Horizonte para dar segurança para a população”, defendeu.

O candidato também foi questionado sobre a atuação da Guarda Municipal que, segundo a ADPF, está levando pessoas presas em flagrante para os batalhões da Polícia Militar no lugar de entregar para a delegacia responsável, contrariando legislação federal. João Leite se comprometeu a reverter essa situação e também a atuar em parceria com a PF para combater o contrabando nos shoppings populares. “Vamos usar a fiscalização para discutir essas ocupações em Belo Horizonte. Queremos dar legalidade a todos os atos que acontecem na cidade”, afirmou.

Leite também comentou sobre seus gastos de campanhas que são maiores do que os recursos arrecadados até o momento. Leite já registrou R$ 8 milhões em gastos, mas arrecadou apenas R$ 3 milhões. O candidato disse que apesar dessa diferença sua campanha tem pago em dia os salários dos funcionários e garantiu que todos os fornecedores irão receber.

Segundo ele, os partidos que fazem parte da sua coligação vão assumir todas essas despesas. Os maiores doadores da campanha do tucano são PSDB, o DEM e o PP. Leite disse que teve de gastar muito, porque no primeiro turno tinha o maior tempo no horário eleitoral gratuito, o que elevou os custos da campanha. “Vamos contar com a força dos partidos e ninguém vai ficar sem receber”, assegurou.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade