
Dentre os motivos para definir a classificação, a 'Forbes' avalia os recursos financeiros que as personalidades controlam, a influência que exercem, e seu poder para mudar práticas globais. No caso da presidente, a Copa do Mundo e as Olimpíadas, eventos que serão realizados no Brasil, pesaram à seu favor.
Na primeira posição está o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que recuperou o posto que havia perdido para o presidente da China, Hu Jintao, que neste ano ocupa a terceira posição. Em segundo lugar ficou o premiê russo, Valdimir Putin.
Em agosto, a revista Forbes já havia colocado Dilma como a terceira mulher mais poderosa do mundo, atrás da Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e da secretária de Estado americana, Hillary Clinton
