Divaldo Melo Jardim
Belo Horizonte
“A morte que tem liquidado a humanidade não pode resumir-se à inexorável dicotomia – viver e morrer –, mas às mortes incontroláveis por falta da competência esperada. Como exemplo, temos as enchentes e inundações – incompreensíveis, mas controláveis quando há planejamento, ação de combate, intervenção rápida... Em contrapartida, temos as guerras, que faltam ao princípio básico ‘amar uns aos outros como a nós mesmos’ e a ausência do poder para as realizações do solicitado. Historicamente, a Segunda Guerra Mundial, terminada com a bomba atômica, não pode servir de exemplo. Embora geradora de poder, suas consequências são desastrosas. A ONU poderia ser a solução, através da união dos países com a participação de seus exércitos para o cumprimento do poder solicitado. As discussões na ONU apenas relatam o que vem ocorrendo. O firme envolvimento dos que conseguiram a vitória na Segunda Guerra Mundial era esperado para a construção de um projeto para que não houvesse mais guerras.”
