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Plástica cresce na melhor idade


postado em 05/01/2019 05:04

 

 

 

 





A demanda crescente por procedimentos estéticos para proporcionar maior segurança com a aparência não é exclusividade apenas entre jovens. Cada vez mais, as pessoas acima de 60 anos estão procurando clínicas de cirurgias plásticas. O maior interesse de homens e mulheres nessa faixa etária é por tratamentos para reduzir os sinais do envelhecimento. Não se trata apenas de vaidade, pois estudos revelam que quanto pior a percepção com a autoimagem, também pior será o cuidado do idoso com a saúde, alimentação, socialização e atividade física.

Mais de 30 milhões dos brasileiros têm acima de 60 anos, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a previsão é manter esse crescimento. Segundo o estudo, em 2060, um em cada quatro brasileiros terá 60 anos ou mais, representando 58,2 milhões de pessoas, ou seja, 25,5% da população.

O envelhecimento é um processo natural que provoca mudanças no rosto, como flacidez, perda de gordura, atrofia os músculos e, até mesmo, promove o desgaste dos ossos. O rosto é um cartão de visita e, por isso, fica difícil não se incomodar com eventuais imperfeições. Uma grande parte desses problemas começa entre os 30 e 40 anos de idade e são potencializados por fatores ambientais, como estresse, exposição excessiva ao sol e tabagismo.

A flacidez é um dos fantasmas do envelhecimento, acometendo tanto a pele quanto os músculos e a gordura. A prática regular de exercícios físicos, a manutenção do peso ideal e o uso de filtro solar adiam o aparecimento. A mão e o pescoço, por exemplo, são duas áreas com envelhecimento que incomodam a maioria das pessoas, porque são expostas e de pior cobertura com o passar dos anos. Atualmente, existem vários tratamentos rejuvenescedores para essas duas partes do corpo, sendo procedimentos cirúrgicos ou não para retardar o envelhecimento.

No caso do pescoço, os tratamentos minimamente invasivos, como os preenchedores, bioestimuladores de colágeno e os skinboosters dão uma aparência mais jovem e melhoram a qualidade da pele. Com o passar dos anos, conforme a flacidez se pronuncia, o lifting cervical devolve o contorno da mandíbula, o formato do queixo, retira o papo, a papada – o famoso pescoço de peru. A correção da flacidez de pele e músculos do pescoço pode ser associada ao lifting facial e beneficiar muitas pessoas incomodadas não apenas com o envelhecimento da região cervical. A lipoaspiração associada auxilia na retirada do excesso de gordura, reforça a musculatura e ainda permite corrigir o aspecto de ‘papada’ abaixo do queixo.

A perda de gordura e a flacidez natural nas mãos com o passar dos anos deixam um aspecto envelhecido. O preenchimento com os bioestimuladores de colágeno ou com a gordura do próprio paciente restaura a qualidade da pele e ainda devolve às mãos o aspecto jovial.

O cuidado com a estética é considerado um impulso para a qualidade de vida e melhora da confiança pessoal. É importante observar que, antes de qualquer procedimento cirúrgico, deve-se fazer exames para identificar se a pessoa tem problemas de saúde que possam complicar a cirurgia. Os exames são solicitados para todas as faixas etárias, mas a terceira idade requer maior cuidado devido às doenças crônicas comuns.


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