Publicidade

Estado de Minas

'O papel do chargista é trazer esperança através da ironia', diz Son Salvador

Em 1976, ele virou uma madrugada desenhando 15 charges para conseguir o emprego em que atua até hoje


postado em 16/03/2018 16:47 / atualizado em 16/03/2018 16:57


Há 42 anos no Estado de Minas, Son Salvador às vezes ainda escuta a orquestra de máquinas de escrever que se formava quando todos os jornalistas da redação trabalhavam ativamente em suas reportagens. "Dava seis da tarde e era tratatarata". Ele se lembra ainda de causos como o do macaco de circo que já se sentou entre redatores e da ameaça de bomba que paralisou a redação. 

Fred Bottrel e Son Salvador(foto: Getúlio Fernandes/ EM/D.A Press)
Fred Bottrel e Son Salvador (foto: Getúlio Fernandes/ EM/D.A Press)


Neste segundo episódio dO Megafone, conversamos sobre a evolução dos processos gráficos e as adaptações do trabalho dos artistas. "Tinha que mandar a composição da cor para gráfica e torcer para dar tudo certo. Se o cara lá tivesse com o fígado bom, saía aquela cor esquisita. Chegou uma hora que eu só fazia tudo em preto e branco", conta.

Este episódio dO Megafone teve produção de Getúlio Fernandes e Rafael Aves e apresentação de Fred Bottrel.



Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade