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Estado de Minas ANTIVACINA

Coordenadora de medicina da UnB deixa o cargo após cobrança de vacinação

Professora Selma Kuckelhaus é antivacina e alega ser "árdua defensora das liberdades individuais". Ela discorda da exigência do passaporte da vacina


28/01/2022 12:29 - atualizado 28/01/2022 12:34

Selma Kuckelhaus em cima do trio elétrico e vestida com camisa do Brasil
(foto: Reprodução/Redes Sociais)
Após a instituição do passaporte da vacina para acessar as dependências da Universidade de Brasília (UnB), a coordenadora da Faculdade de Medicina da UnB, Selma Kuckelhaus, pediu desligamento do cargo, nesta quinta-feira (27/1). A professora, que é formada em Ciências Biológicas e dá aulas na morfologia, enviou um comunicado aos integrantes do curso explicando a decisão e disse não ter tomado nenhuma dose do imunizante.

“Torno pública a minha decisão de me desligar da coordenação da graduação do curso de medicina. Tal decisão foi motivada pela recente implantação do passaporte sanitário na Faculdade de Medicina. Assim, e considerando que componho o grupo de servidores não vacinados, a minha posição como coordenadora ficou em desacordo com a gestão da faculdade”, escreveu no texto.

Selma Kuckelhaus disse, ainda, que as vacinas estão em desenvolvimento e que tanto a segurança quanto a eficácia apresentam inúmeros questionamentos. Ela argumentou também que “as vacinas disponíveis não impedem a infecção e tampouco o contágio, como demonstrado pelos inúmeros casos de infecção de indivíduos vacinados.”

A professora alegou que, para ela, é uma incongruência a imposição do passaporte sanitário, “desconsiderando os indivíduos que se recuperaram da infecção pela covid-19 e que possuem imunidade natural, bem como aqueles que não sentem segurança nas vacinas disponíveis e julgam que o risco supera o benefício”, argumentou na carta.



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