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Estado de Minas CRIME NA FRONTEIRA

Polícia prende 6 brasileiros suspeitos por chacina no Paraguai

Seis brasileiros são suspeitos de envolvimento no atentado que matou quatro pessoas e deixou outras três feridas no sábado (9/10)


11/10/2021 14:28 - atualizado 11/10/2021 17:37

Policiais vistoriam local onde foi encontrado o veículo em que as seis pessoas foram baleadas
A chacina ocorreu em Pedro Juan Caballero, na fronteira do Paraguai com o Brasil (foto: AFP / Norberto DUARTE)
A polícia do Paraguai prendeu, na manhã desta segunda-feira, 11, seis brasileiros suspeitos de envolvimento no  atentado que matou quatro pessoas e deixou outras três feridas, no sábado, 9, em Pedro Juan Caballero , na fronteira com o Brasil.

Os suspeitos estavam em um sobrado, na localidade de Cerro Corá, vizinha de Pedro Juan. No local os policiais apreenderam três carros, celulares, jóias e porções de maconha. Segundo a investigação, eles teriam abandonado e queimado uma caminhonete semelhante à que foi usada no ataque de sábado.

Os suspeitos foram identificados como sendo Juares Alves da Silva, Hywulysson Foresto, Luis Fernando Armando Simões, Gabriel Veiga de Sousa, Farley José Cisto da Silva Carrijo e Douglas Ribeiro Gomes, mas as identidades ainda estão sendo confirmadas com ajuda da polícia brasileira. O Ministério Público e a polícia paraguaia ainda investigam a relação dos suspeitos com a chacina.

O ataque aconteceu no bairro General Diaz, em Pedro Juan Caballero, a cinco quadras da fronteira com o Brasil. As vítimas saíram de uma festa e entravam em uma caminhonete Blazer quando foram atacadas. Tiros de fuzil e pistola atingiram as brasileiras Kaline Reinoso de Oliveira, de 22 anos, Rhamye Jamilly Borges, de 18, e a paraguaia Haylle Carolina Acevedo Yunis, de 21, filha do governador do departamento de Amambay, Ronald Acevedo.

As três jovens eram estudantes de medicina. Também foi morto Osmar Vicente Alvarez Grance, de 32 anos, alvo principal do ataque, segundo a investigação. Ele seria ligado ao narcotráfico e tinha desavenças com a facção brasileira Primeiro Comando da Capital (PCC).


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