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Estado de Minas BOLETIM

Brasil registra mais 2 mil mortes em 24 horas e ultrapassa 461 mil óbitos pela covid-19

Confira os dados atualizados sobre a pandemia no país


29/05/2021 18:15 - atualizado 29/05/2021 20:04

Estados do país adotaram medidas para tentar conter a proliferação do vírus(foto: Agência Brasil)
Estados do país adotaram medidas para tentar conter a proliferação do vírus (foto: Agência Brasil)


O Brasil registrou neste sábado (29/5) 2.012 mortes por COVID-19 nas últimas 24 horas, e o total de óbitos no país chegou a 461.057, segundo boletim do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

A soma oficial de casos da doença já chega a 16.471.600, sendo 79.670 deles nas últimas 24h.

A média diária de mortes nos últimos sete dias ficou em 1.836.

Na sexta-feira passada (21/5), a Fundação Oswaldo Cruz alertou para o aumento de casos e o risco de uma terceira onda da pandemia no país.

O mês de abril registrou mais de 82 mil óbitos pela COVID-19 no Brasil e se tornou o mais letal desde as primeiras mortes pela doença no país, em março de 2020. Até então, março deste ano havia sido o pior período, com 66 mil óbitos.

O Brasil foi o segundo país no planeta a contabilizar mais de 400 mil óbitos causados pelo novo coronavírus. Os Estados Unidos foram os primeiros e, hoje, lideram em números da tragédia no mundo, com mais de 594 mil mortes e 33,2 milhões de casos da doença, segundo a Universidade Johns Hopkins.



Pandemia

O primeiro registro do coronavírus no Brasil foi em 26 de fevereiro do ano passado. Um empresário de 61 anos de São Paulo (SP) foi infectado após retornar de uma viagem, entre 9 e 21 de fevereiro, à região italiana da Lombardia.

O novo coronavírus, que teve seus primeiros casos confirmados vindos da China no final de 2019, é tratado como pandemia pela OMS desde 11 de março.

Estudos apontam que a grande maioria dos casos do novo coronavírus apresenta sintomas leves e pode ser tratado nos postos de saúde ou em casa.

No entanto, novas variantes têm se mostrado mais contagiosas e, na percepção de médicos, têm afetado com mais gravidade também a população mais jovem, em vez de apenas idosos e pessoas com comorbidades.






(foto: BBC)
(foto: BBC)

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