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Estado de Minas CASO HENRY BOREL

Dr. Jairinho propôs lei de licença paternidade e integra Conselho de Ética

Vereador foi preso nesta quinta-feira, junto com a mãe da criança, por atrapalhar as investigações sobre a morte de Henry Borel


08/04/2021 12:49 - atualizado 08/04/2021 12:54

(foto: Redes Sociais/ reprodução)
(foto: Redes Sociais/ reprodução)
O vereador Dr. Jairinho, preso nesta quinta-feira (8/4), no âmbito da investigação da morte do menino Henry Borel, 4 anos, tem como uma de suas propostas na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) um projeto de licença paternidade. A lei foi aprovada em  2008 e concede licença maternidade e paternidade para servidores públicos que adotem crianças e a suspensão da aprovação automática na rede municipal de ensino. 

Dr. Jairinho também é integrante da Conselho de Ética Ética da Câmara Municipal do Rio. Ele assumiu a posição no dia 11 de março, três dias depois da morte do enteado. 

A Casa informou que decidirá hoje sobre o afastamento do vereador. "A Câmara Municipal do Rio de Janeiro, atenta à gravidade da prisão do Vereador Dr. Jairinho e, como já declarado, consternada com a morte do menino Henry, se reunirá hoje para debater a situação do parlamentar, com a responsabilidade que o caso exige. Embora inexista até o momento representação formulada no Conselho de Ética, será dada toda celeridade que o caso exige", afirmou em nota. 

Dr. Jairinho foi preso nesta quinta-feira por ter atrapalhado as investigações sobre a morte do menino Henry Borel. Pelo regimento interno da Câmara Municipal, ele teve o salário suspenso. O partido Solidariedade informou que afastou o político até que o caso seja esclarecido

Caso Henry Borel 

Henry Borel morreu em 8 de março com diversas lesões pelo corpo. A causa da morte, segundo a autópsia, foi uma hemorragia provocada por lesões no fígado.

O padrasto, Dr. Jairinho, e mãe da criança, Monique Medeiros, afirma que Henry caiu da cama. A Polícia, porém, suspeita que Jairinho agrediu a criança e que a mãe sabia das agressões pelo menos desde fevereiro.


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