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Estado de Minas

Família morre de COVID-19 em intervalo de 42 dias no Mato Grosso

Pai, mãe e dois filhos chegaram a ficar internados por causa das complicações causadas pelo coronavírus, mas acabaram perdendo a vida


05/04/2021 23:03 - atualizado 05/04/2021 23:12

(foto: Instagram/Reprodução)
(foto: Instagram/Reprodução)
Uma família de Mato Grosso morreu de COVID-19 em um intervalo de 42 dias entre fevereiro e o último sábado (03/04). Pai, mãe e dois filhos chegaram a ficar internados para se recuperar dos efeitos graves do coronavírus, principalmente no pulmão, mas acabaram perdendo a vida para a doença. A informação é do portal “G1”.

O pai Octacilio dos Santos Araújo, de 91 anos, a mãe Geny Maria Haddad Araujo, de 78 anos, e os filhos Monique Haddad Araujo Patzlaff, 55 anos, e João José Haddad Araujo, 58 anos, foram vítimas da COVID-19. Octacilio, que foi secretário de Estado e Segurança Pública do Mato Grosso, foi o primeiro a sentir os efeitos da doença. Ao “G1”, uma das netas de Octacilio disse que ele tinha contraído coronavírus em dezembro.

No entanto, Octacilio foi infectado novamente pela COVID-19 em fevereiro. No dia 13 daquele mês, ele chegou a ser vacinado contra a doença. No entanto, já estava com coronavírus. Ele chegou a ser internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI), mas sua situação complicou ainda mais ao contrair infecção bacteriana no hospital, perdendo a vida no dia 20.

Com o falecimento de Octacilio, toda a família fez o teste de COVID-19, que deu positivo. A esposa dele, Geny Maria Haddad Araujo, também sentiu os efeitos da doença e chegou a ser intubada, mas acabou perdendo a vida no dia 6 de março. No mesmo dia, João José Haddad Araujo foi internado em Valinhos, no interior de São Paulo. Durante o tratamento, chegou a apresentar melhora e foi liberado, mas na última sexta-feira (02/04) voltou ao hospital, ficou em um leito de terapia intensiva e morreu no sábado após um procedimento que consistia na retirada de água do pulmão.

Já Monique Haddad Araujo Patzlaff foi intubada no dia 4 de março. Lutou contra a doença até o dia 15, quando as complicações da COVID-19 vieram à tona e tirou a vida de Monique. Outros familiares, também infectados, conseguiram se recuperar do coronavírus sem sintomas graves.


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