
Ele afirmou que, sobre a educação básica, o Ministério da Educação (MEC) só pode contribuir com aconselhamentos e não tem poder decisão sobre prefeituras e governos estaduais.
O ministro acrescentou também que cada região do Brasil vive uma situação diferente frente ao surto do novo coronavírus, então não é possível uniformizar a decisão.
Quando perguntado se o ensino a distância poderia durar até o final do ano que vem, Ribeiro disse que esperava uma volta ao ensino presencial ou semipresencial mais cedo e pediu ajuda divina para que isso ocorra.
"Aqui invoco a ajuda de Deus, que Deus nos dê uma abertura e uma solução para que no mais tardar aí, no início de 2021, as coisas voltem a uma certa normalidade", declarou ele, ao destacar que era uma avaliação pessoal, "fora da cadeira de ministro".
