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Estado de Minas ABORTO LEGAL

Sara Winter diz que dados de menina estuprada no ES já estavam na web

Justiça determinou que os informações pessoais sobre a menina de 10 anos postados pela extremista fossem apagados das redes sociais


17/08/2020 17:29 - atualizado 17/08/2020 18:29

(foto: Reprodução/Redes sociais)
(foto: Reprodução/Redes sociais)
A extremista Sara Winter alegou que as informações pessoais divulgadas por ela da menina de 10 anos estuprada pelo tio no Espírito Santo já estavam expostas na internet anteriormente.  A Justiça determinou que os dados postados por Sara fossem apagados.


Os advogados da ativista de extrema-direita sustentaram que, antes da postagem da cliente, já havia hashtags e páginas expondo o nome da criança. No entanto, a defesa não enviou links ou fotos que comprovassem a alegação.

“Esclarecemos que, o nome da menor já vinha sendo amplamente divulgado na plataforma Twitter, que pode ser acessado por qualquer internauta. Qualquer veículo de comunicação que não tenha viés ideológico pode consultar o Twitter através de seus mecanismos de busca e facilmente terá acesso a inúmeras postagens com a hashtag que faz referência ao primeiro nome da menor”, dizem os advogados.
 
A Justiça do Espírito Santo atendeu ao pedido da Defensoria Pública do Estado e deferiu liminar na noite desse domingo, 16, determinando que o Google (Youtube), o Facebook e o Twitter retirem, nas próximas 24 horas, 'informações divulgadas em suas plataformas sobre a menina de 10 anos que engravidou após ser estuprada em São Mateus, no norte do Espírito Santo. Foi estabelecida multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento.
 
* Estagiária sob supervisão da editora-assistente Vera Schmitz 


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