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Estado de Minas

Estudante é espancado na calçada de bar em Santos após questionar valor da conta

Aluno do quarto ano do curso de engenharia elétrica da Universidade Santa Cecília (Unisanta), o jovem foi agredido em frente ao Baccará Bar & Grill, que fica na Rua Oswaldo Cochrane, no bairro do Embaré


postado em 10/07/2018 19:42 / atualizado em 10/07/2018 21:23

De acordo com testemunhas, após questionar o valor de R$ 15 em sua comanda, o estudante foi arrastado para a área externa do bar e espancado(foto: Facebook/Reprodução )
De acordo com testemunhas, após questionar o valor de R$ 15 em sua comanda, o estudante foi arrastado para a área externa do bar e espancado (foto: Facebook/Reprodução )
O estudante universitário Lucas Martins de Paula, de 21 anos, que foi espancado na madrugada do sábado, 7, na calçada de um bar no litoral sul de São Paulo, permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Santos.

De acordo com a assessoria de comunicação do hospital, o rapaz passou por duas cirurgias para drenagem de um coágulo no cérebro (hematoma intracraniano) e continua sedado, em coma induzido, com a pressão intracraniana monitorada. O quadro de saúde é considerado grave.

Aluno do quarto ano do curso de engenharia elétrica da Universidade Santa Cecília (Unisanta), o jovem foi agredido em frente ao Baccará Bar & Grill, que fica na Rua Oswaldo Cochrane, no bairro do Embaré.

De acordo com testemunhas, após questionar o valor de R$ 15 em sua comanda, o estudante foi arrastado para a área externa do bar e espancado por ao menos seis seguranças do estabelecimento, até desmaiar. Amigos do rapaz acionaram o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e a Polícia Militar.

Registrado na Central de Policia Judiciária (CPJ), o caso é investigado por agentes do 3º DP de Santos. O delegado responsável abriu inquérito de tentativa de homicídio e lesão corporal dolosa. Todos os envolvidos, inclusive os proprietários do bar, estão sendo intimados.

Três agressores foram identificados nesta terça-feira, 10. Um deles foi apresentado pelo advogado do bar, que confirmou a participação do colaborador na confusão, mas destacou que se trata de um terceirizado. Conforme informações do delegado, o chefe de segurança do Baccará, que já havia prestado depoimento e declarado não ter presenciado o espancamento, mudou sua versão e confirmou a participação.

Em nota emitida por sua assessoria jurídica, os responsáveis pelo Baccará Bar & Grill dizem estar à disposição da Justiça e apuram os detalhes do caso.


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