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Estado de Minas

Empresário Nenê Constantino começa a ser julgado nesta segunda por homicídio

Ele é acusado do assassinato de um líder comunitário em 2001; Nenê já foi absolvido em outro julgamento, por tentativa de homicídio do ex-genro


postado em 08/05/2017 11:52

(foto: Iano Andrade/CB/DA Press)
(foto: Iano Andrade/CB/DA Press)

 Julgamento do empresário Constantino de Oliveira, o Nenê Constantino, previsto para começar às 9h da manhã desta segunda-feira (8/5), no Tribunal do Júri de Taguatinga, ainda não teve início.

O empresário é dono de diversas empresas de ônibus intermunicipais em São Paulo, Bauru e Londrina, e de transporte coletivo em Cuiabá (MT), Maringá (PR), Vitória da Conquista (BA) e Blumenau (SC). É pai de Constantino Jr, fundador da Gol Linhas Aéreas.

O processo corre em segredo de justiça.  
 
Nenê Constantino e mais quatro acusados respondem pelo assassinato de Márcio Leonardo de Sousa Brito.

Márcio era líder comunitário e foi morto a tiros em 12 de outubro de 2001.

Ele morava em uma propriedade da antiga Viação Pioneira, empresa de ônibus também pertencente ao empresário de aviação.

Os réus serão julgados por homicídio qualificado e oferecimento de vantagem a testemunha.  
 
O julgamento estava marcado para 20 de março, mas foi interrompido e remarcado para esta segunda.

A audiência foi adiada a pedido do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, por conta do pequeno prazo dado aos promotores para analisarem documentos incluídos no processo pela defesa.
 
Nenê Constantino já foi julgado e absolvido em outra ação, que tratava da tentativa de homicídio de seu ex-genro, Eduardo Queiroz Alves. Ele foi inocentado em 16 de agosto de 2015, depois de ser julgado pelo Tribunal do Júri de Brasília.

O júri analisou a denúncia do Ministério Público, segundo a qual, em 2008, Constantino teria contratado José Humberto, outro réu na ação, por meio do policial militar reformado Antônio Andrade, para matar Eduardo. Na ocasião, Humberto teria atirado diversas vezes contra o carro da vítima, que sobreviveu.

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